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Avanços da Medicina

Marisa Letícia e Aneurisma Cerebral

O caso de dona Marisa Letícia, esposa do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva que de repente foi acometida por um AVC – originário de um rompimento de aneurisma cerebral – surpreendeu a todos devido à gravidade e rapidez no avanço do problema que a levou ausência de atividade cerebral e consequentemente a morte. Mas o problema que acometeu dona Marisa – dilatação que se forma na parede enfraquecida de uma artéria ou veia cerebral – e comum em cerca de 6% da população mundial acima de 60 anos, porém apenas um pequeno número dos casos causam sintomas, normalmente decorrentes de um crescimento avançado ou mais graves como através de sua ruptura.

Causas de Aneurisma cerebral

O enfraquecimento da parede de um vaso sanguíneo propicia a formação de um aneurisma cerebral. O aneurisma pode ter origem genética aparecendo desde o nascimento ou se desenvolver ao longo da vida em decorrência de aterosclerose (acúmulo de placas de gordura paredes das artérias) ou algum trauma na região que lesione algum vaso.


Sintomas e
Diagnostico de Aneurisma cerebral

Aneurismas cerebrais geralmente são assintomáticos e podem passar desapercebidos por anos ou até a vida toda, portanto na maioria das vezes podem ser descobertos em exames como ressonância magnética ou tomografia computadorizada por outros motivos. Outras vezes é possível identifica-lo quando ocorre uma compressão de alguma parte do cérebro através de dores na cabeça mais acentuadas, tonturas, visão dupla ou até convulsões e confusão mental, ou então em casos mais graves (e na maioria das vezes fatais) quando ocorre sua ruptura.

Dessa forma, o médico radiologista vascular intervencionista Dr. Alexander Ramajo Corvello aconselha que ao menor sintoma seja procurado um neurologista ou radiologista intervencionista para verificar a existência de um aneurisma. Em pessoas acima de 60 anos é aconselhável que realizem um check-up pelo menos uma vez ao ano, para saber como andam suas veias e artérias já que se orientados da podem ser prevenidos e tratados de forma correta.

 

Tratamento de Aneurisma cerebral

O tratamento do aneurisma foi realizado por anos através de método cirúrgico onde um espiral metálico é colocado entre o vaso normal e o aneurisma, excluindo-se a passagem de sangue por ele. Porém já há alguns anos o tratamento conta também com opções minimamente invasivas como a embolização endovascular através da radiologia intervencionista em que tais espirais são introduzidos via cateteres até o local.

 “Nesse caso, as vantagens da radiologia intervencionista estão no menor risco para o paciente, por não ser tão agressiva, na rapidez da recuperação e no curto período de internamento, quando necessário, pois em muitos casos o paciente é liberado no mesmo dia”, afirma Dr.  Alexander Corvello, médico especialista em radiologia intervencionista, lembrando que a indicação é específica para cada paciente.

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  • Zaqueu Jose de Oliveira disse:

    Sou portador de um AVS E ACHEI ESTE ARTIGO MARAVILHOSO.

    At

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    Qual é o seu padrão alimentar?

    Você costuma beliscar o tempo inteiro, comer compulsivamente ou descontar suas emoções na comida?

    Recentemente no programa Fantástico da Globo o tema compulsão alimentar foi apresentado de forma que qualquer um se identificasse em seu dia a dia. Boca Nervosa, Não Para Nunca ou Desconta na Comida foram os apelidos dados a cada um dos perfis, complementados por um teste na internet que ajuda a definir qual deles podemos nos incluir.

    A psicóloga Marina Abagge, do Instituto Paulo Nassif em Curitiba, especialista em emagrecimento e acompanhamento de pacientes pré e pós cirurgia bariátrica nos esclarece:  “Há pessoas que independentemente dos horários de refeição, nunca se sentem saciadas. Precisam beliscar, aceitam comida sempre que lhes é oferecido e têm grande dificuldade de diferenciar a fome da vontade de comer. Outras comem grandes quantidades e, muitas vezes, após um episódio de comer compulsivo se sentem culpadas, arrependidas ou frustradas por não conseguir controlar a alimentação. Já aquelas que descontam as emoções na comida tendem a “mascarar os sentimentos”, comendo sempre que se sentem tristes, ansiosas, felizes ou estressadas. A comida, neste caso, vem como uma recompensa, ou alívio das situações do dia-a-dia. ”

    Ainda segundo a especialista, existem muitos fatores envolvidos nas dificuldades de controlar a alimentação, seguir uma dieta ou perder peso, mas o autoconhecimento – compreender melhor como você se relaciona com a sua alimentação, seus hábitos e comportamentos alimentares – é uma ferramenta importante, que favorece o autocontrole e melhores resultados, seja na adesão a dieta proposta, mudança de hábitos ou perda de peso. Por isso, o acompanhamento psicológico pode ser um aliado importante no tratamento do sobrepeso ou da obesidade

     

    Serviço: Instituto Paulo Nassif

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    Zika Virus,Chikungunya e a Dengue

    Além dos casos sempre crescentes de dengue em todo o Brasil e de epidemias como a chikungunya , um novo vírus foi encontrado em solo nacional: o Zika Virus

    A febre Zika, como é também conhecida, foi identificada por pesquisadores do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia em regiões como Ilhéus e Itabuna e na região metropolitana de Salvador em Abril deste ano e hoje já foram encontrados casos em cerca de 20 cidades baianas, além de diversas regiões do nordeste e provavelmente no sudeste.
    Originária da África, nunca havia sido registrada na América do Sul. E por ser transmitida por um velho conhecido nosso, o mosquito Aedes aegypti (e Aedes Albopictus) e trazer alguns sintomas semelhantes ( porém bem menos agressivos), tem causado muitas dúvidas e desinformação na população.

    Dengue, Chikungunya e Zika Virus: Sintomas e Prevenção Semelhantes
    Mais conhecida pelos brasileiros, a dengue figura entre as epidemias graves que assolam o país, com mais de 360 casos para cada 100mil habitantes registrados até abril. Já a sua prima, a febre chikungunya, até abril registrou 1.688 casos no país sem quadros fatais até então. A Febre Zika, recente no país, já apresentou alguns casos nos últimos meses, geralmente em graus mais leves.
    Apesar de sintomas semelhantes e serem transmitidas pelo mosquito , há diferenças importantes entre uma doença e outra principalmente em relação a sua complexidade e gravidade.
    A febre chikungunya, até então única doença semelhante a dengue no país, tem como sintomas: febre, mal-estar, dores pelo corpo, dor de cabeça, apatia e cansaço. A grande diferença está no acometimento das articulações, já que o vírus chikungunya avança nas juntas dos pacientes e causa inflamações com fortes dores acompanhadas de inchaço, vermelhidão e calor local, revela o médico.
    Já a febre zika “é uma doença parecida com a dengue, inclusive nos sinais e nos sintomas”, de acordo com Jaime Rocha, infectologista especializado em medicina do viajante do Laboratório Frischmann Aisengart. Inicialmente, os casos assemelham-se a uma gripe, apresentando dor de cabeça, dor nas articulações, conjuntivite, dor de garganta, febre leve, irritação da pele, náuseas e dor muscular, com cura espontânea em aproximadamente 5 dias.
    Nesses casos os cuidados para evitar a proliferação dos mosquitos e prevenção são as melhores formas de evitar esse tipo de doençam, como o uso de roupas claras e compridas, uso de repelentes sobre a pele, que contenham DEET em concentração adequada para a idade, além da identificação precoce dos sintomas. Segundo o infectologista, “bastam medidas preventivas contra a picada do mosquito já que, apesar da perspectiva para os próximos anos, não há no momento vacina disponível contra a dengue”, diz.
    “É muito importante que o paciente faça uma consulta com um especialista se aparecer algum dos sintomas. Dessa forma, será encaminhado aos exames e diagnóstico será feito. Quanto antes a doença for descoberta, maiores são as chances de o tratamento ser bem sucedido”, afirma o especialista.
    Serviço: Laboratório Frischmann Aisengart – www.labfa.com.br

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  • Flávia disse:

    Gistaria de deixar o link de um blog q tb postou sobre o zika virua. Quanto mais informação melhor!!!!! https://fisioterapiapersonalizada.wordpress.com/2016/03/09/como-saber-se-esta-com-zika/

  • maria grazielly da silva disse:

    devemos ter muito cuidado com essas doenças !!!!!!!

  • Beleza e Estética

    Os Perigos do Hidrogel: Caso Andressa Urach

    O caso da modelo e apresentadora Andressa Urach e as aplicações de hidrogel e outros preenchedores estéticos se tornou um dos assuntos mais comentados nos últimos meses devido às complicações graves e, mesmo após o susto e bastante estrago, ainda

    O caso da modelo e apresentadora Andressa Urach e as aplicações de hidrogel e outros preenchedores estéticos se tornou um dos assuntos mais comentados nos últimos meses devido às complicações graves e, mesmo após o susto e bastante estrago, ainda não teve um final feliz. Ainda sob cuidados médicos, a modelo que no final do ano passado ficou internada na UTI devido a infecções e rejeição ao produto, permanece em tratamento e se recupera de novas cirurgias para retirada das substâncias aplicadas.

    No Brasil, ainda mais nos últimos anos, a procura por tratamentos estéticos e cirurgias plásticas cresceu muito e com eles também as dúvidas em relação aos melhores procedimentos para cada caso, principalmente após os incidentes ocorridos com a modelo, afirma o médico e cirurgião plástico Dr. Paulo Bettes de Curitiba.

    Complicações

    A fim de modelar e deixar as pernas mais volumosas e bonitas, a modelo que já havia passado por inúmeras intervenções cirúrgicas no rosto e no corpo, teve complicações sérias após a rejeição ao produto aplicado há cerca de 5 anos em suas coxas. Como o produto se espalha internamente pelo corpo em meio aos tecidos, ossos e músculos, no caso de uma rejeição e consequente infecção, a retirada de uma quantidade muito grande (cerca de 400ml) do produto se torna praticamente impossível. “A infecção, no entanto, pode passar para o sangue e se tornar uma infecção generalizada, atingindo órgãos como rins, pulmões e podendo levar à morte”, afirma o cirurgião plástico Felipe Tozaki que ajuda Andressa em sua recuperação.

    Novos preenchedores faciais e corporais como o hidrogel surgem a cada dia, tendo cada um suas características e indicações específicas. Porém, muitos deles apesar de aprovados e amplamente utilizados, podem ocasionar rejeições e outras complicações a curto ou médio prazo. “Essas substâncias que ela aplicou podem ser consideradas uma bomba-relógio. Pode não acontecer nada, mas pode dar rejeição em seis meses ou em cinco ou dez anos. Já vi diversos casos assim no meu consultório”, conclui o cirurgião.

    andressa antes e após as complicações com o hidrogel

    Hidrogel

    Apesar do termo genérico, o Hidrogel é um gel composto por 98% de água e 2% de poliamida cuja marca aprovada no Brasil segundo ANVISA pode ser utilizada para:

    • Eliminação de alterações faciais específicas da idade..
    • Eliminação da assimetria de tecidos moles faciais
    • Aumento dos volumes de tecidos moles.
    • Correção do contorno de várias partes do corpo.

    Alerta

    Segundo nota, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) não recomenda o uso do hidrogel em procedimentos estéticos e sua aplicação deve ser restrita a procedimentos considerados reparadores.  Já alguns médicos relatam que é possível a aplicação do produto para fins estéticos em locais e quantidades adequadas.

    Apesar do alerta, com a popularização dos tratamentos, históricos como o de Andressa Urach acabam acontecendo pelo uso indevido do produto e suas indicações e/ou aplicações por pessoas não habilitadas como médicos e cirurgiões.

     

    Segurança

    Apesar da tendência, Dr. Paulo Bettes afirma que o aumento do volume em determinadas áreas do corpo não pode ser conquistado somente através da aplicação de substâncias como o hidrogel.  Segundo  ele “é possível obter tais resultados de forma mais segura através da lipoescultura (enxerto da gordura do próprio paciente) ou através do implante de próteses de silicone”, conclui. O cirurgião informa que não realiza o procedimento de aplicação de hidrogel em seu consultório principalmente por ser um produto que não se tenha muitas informações a longo prazo.

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    Atividade Física

    4ª Vida Livre – Liberdade sem Vícios

    Atividade física, Dança, Alongamento, Aquecimento, Música, Caminhada, Corrida, Brincadeiras e Descontração integram o evento Vida Livre - Liberdade sem Vícios desse ano

    Como forma de celebrar a vida, a revista Corpore e a Action Laser e diversos parceiros, promovem em Curitiba a 4ª Vida Livre – Liberdade sem vícios.

    O evento acontecerá no domingo, dia 23 de novembro, das 9h às 12:30h, no Centro de Criatividade do Parque São Lourenço, em Curitiba e pretende  reunir atividade física, dança, alongamento, aquecimento, música, caminhada, corrida, brincadeiras e descontração ao ritmos da Zumba e da Era da Disco.

    O objetivo é levar a conscientização do quanto é importante levar uma vida longe das drogas e dos vícios. Para isso, nada melhor do que estimular outras pessoas a encarar a vida com disposição e descontração frente aos desafios.

    Desde sua primeira edição em 2009, o evento Vida Livre teve o apoio da Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura Municipal de Curitiba e Secretaria de Esporte e Lazer e Juventude e atualmente conta com o patrocínio de marcas consolidadas como a Vale Fértil, Dermo Ervas, Nutriscience Word Nutrition, a Purific e inúmeros outros.

    O evento é aberto a todos, os primeiros 400 inscritos ganharão uma camiseta do evento e ao longo do dia concorrem a centenas de brindes e diversos sorteios.


    Programação

    9:00 – Abertura, inscrição, distribuição de camisetas.

    9:30 – Aquecimento, alongamento e aula de Zumba com os professores Igor Andrade e Bruno França

    10:10 – Motivação

    10:15 – Caminhada

    10:45 – Alongamento, relaxamento, dinâmica e sorteios

    11:30 – Mega aulão com a equipe da Disco Dance Company

    12:15 – Encerramento e agradecimento geral

    Mais informações: (41) 3026-6699 / (41) 3232-04982.

     

    Luciano Molteni e Maria José Rodrigues

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  • cristiana disse:

    cade as fotos?

  • Avanços da Medicina

    Além do Peso – Programa da Tarde

    O Reality da TV Record já está em sua terceira temporada no Brasil e inovou em proporcionar novos hábitos para participantes com obesidade mórbida

    Sentar em frente à televisão pode ser uma dica para emagrecer nos dias de hoje. O reality show “Além do Peso”, exibido de segunda à sexta-feira por 30 minutos dentro do “Programa da Tarde” na tela da Record, anda eliminando os quilos dos participantes e, já na terceira edição, vem ganhando ainda mais  telespectadores em todo o país.

    Com duração de três meses, os participantes que sofrem de obesidade mórbida tem que suar a camisa e perder quilo a quilo para continuar no programa e chegar à final. Nessa edição foram selecionadas 4 duplas (pai e filho,  irmãos ou em casal) que encaram uma nova rotina de vida, com diferentes hábitos alimentares, maratona de exercícios físicos e aprender a conviver com a mudança de comportamento.

     

    #David, ganhador da segunda temporada,  perdeu 70kg durante o reality

    Segundo Dr. Paulo Nassif, cirurgião do aparelho digestivo que coordena os serviços multidisciplinares de obesidade no recém criado Instituto Paulo Nassif, além de diversos outros hospitais em Curitiba, o dia a dia de quem sofre com obesidade mórbida vai além da aparência. “Alguns obesos têm atividades simples do cotidiano limitadas, como amarrar os sapatos, fazer sua higiene pessoal ou passar pela catraca do ônibus. Sem falar na discriminação, que dificulta relacionamentos sociais, afetivos e profissionais”, afirma.

    Para aqueles que não têm a mesma “sorte” que os participantes do reality show, cabe o desejo para mudar de outras formas, além da mudança de alimentação e a prática de exercícios e, em alguns casos, até a busca pela cirurgia bariátrica. A técnica, também conhecida como gastroplastia ou cirurgia da obesidade, é um dos métodos mais eficientes para o tratamento da obesidade mórbida. Porém para que o tratamento seja eficaz , através de cirurgia ou não, é importante ter o apoio da família e principalmente força de vontade do próprio paciente. “Um dos fatores mais significativos para o sucesso do tratamento é a colaboração do paciente, que deve seguir as orientações de todos os profissionais da equipe multidisciplinar, mudando seus hábitos de vida, com alimentação equilibrada e atividades físicas”, afirma Dr. Nassif.

    #Irmãs apostam no apoio mútuo para emagrecerem juntas

    O cirurgião comenta as fortes emoções vivenciadas pelos participantes do programa e afirma que as elas também precisam ser controladas na vida real. “A maioria dos pacientes manifesta o desejo de mudar para melhorar sua saúde, autoestima e qualidade de vida. Dessa maneira, habitualmente a reação emocional destes pacientes é muito positiva e estável, de modo que ele enfrenta essa fase de forma equilibrada, disciplinada e tranquila. O fato de perder peso deixa-o motivado e com disposição para seguir todas as etapas e mesmo nos momentos de dificuldades a maior parte deles reage com persistência”, finaliza o cirurgião especialista em cirurgia do aparelho digestivo e bariátrica.

     

    Serviço: Instituto Paulo Nassif

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    Avanços da Medicina

    A fratura de Neymar e as lesões no esporte

    Por causa de uma fratura extremamente agressiva e incomum, ele não estará nos próximos jogos. Entenda o tipo de lesão que levou nosso craque para fora dos gramados e as lesões causadas pelo esporte

    Por muitos, esta foi considerada a Copa dele! O menino de 22 anos era a maior aposta do mundo para ser o craque do Mundial da FIFA de futebol e ao longo dos jogos vinha trilhando exatamente este caminho até que, no último jogo, contra a Colômbia, no dia 4 de julho, o Brasil inteiro parou e sofreu com a joelhada que Neymar Jr. levou nas costas. O lance não apenas o parou, mas, o tirou definitivamente da competição. “Ele teve fratura da terceira vértebra lombar. Felizmente a fratura não envolveu diretamente o corpo da vértebra, mas uma das suas protuberâncias ósseas, chamada de ‘processo transverso’”, explica o Dr. Adriano Karpstein,  especialista em medicina esportiva em Curitiba.

     

    Este tipo de lesão é comum em esportes de automobilismo, quedas de motocicleta, no hipismo e em alguns esportes de contato, como rúgbi, mas, extremamente incomum no futebol, sendo que o tempo de consolidação da fratura é, em média, de 6 a 12 semanas. Pela literatura médica, o osso fraturado aguenta no máximo 50kg de carga e o impacto sofrido por ele ultrapassou os 50kg, causando o estrago, já que o osso desta região não é compacto, mas, esponjoso.

    Apesar do trauma, não será preciso nenhum tipo de imobilização ou cirurgia, mas, aguardar que a recuperação aconteça. “É uma fratura benigna, porque não afeta a estrutura da coluna e nem acomete as estruturas nervosas. O fragmento fraturado, inclusive, nem tem como sair do lugar porque está firmemente preso aos ligamentos e músculos que o circundam”, esclarece o especialista. Ou seja, neste caso, apenas é dar tempo ao tempo. “Apenas o tempo: coisa de 6 a 8 semanas em média de repouso relativo – evitar atividades e grandes esforços. O incômodo maior é a dor. Trata-se de uma lesão que dói bastante, principalmente nos primeiros dias. À medida que for consolidando, a dor vai diminuindo”, finaliza o Dr. Karpstein.

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  • KATIA DE ALMEIDA BELLOMO disse:

    Olá, estou com fratura semelhante na L3 e L4 e depois de 60 dias não se consolidaram e a imagem da tomo me assustou pois as pontinhas dos ossos estão longe da vértebra uns 3mm, como vão colar se não encostam na vértebra. Tenho 54 anos e boa condiçõo física, nem osteoporose. vai colar? E se não vai o que fazer? att

  • Bem Estar

    Filhos da Tecnologia

    O vício digital já é preocupante na vida adulta. Mas como lidar com a nova geração cada vez mais conectada

    Uma das maiores e atuais preocupações de nossa sociedade, abordada recentemente por diversos meios de comunicação como a revista Istoé ou até anúncios como o da Coca-Cola no youtube, é o vício digital. E se isso preocupa na vida dos adultos, imagine na vida das crianças.

    Se você tem mais de 15 anos, fato: você é de uma geração muito ultrapassada! Isso porque a tecnologia está presente cada vez mais cedo na vida das crianças. É normal que uma criança de dois anos saiba como desbloquear o celular dos pais e acessar, sem nenhuma dificuldade, jogos e demais aplicativos. Entretanto, apesar de ser uma tendência, é preciso que os pais estejam atentos.

    Com este novo perfil de crianças online, a agitação constante se tornou algo comum. “Como estão sempre agitados em meio as redes sociais e jogos, as crianças têm cada vez menos capacidade de concentração e de manter-se confortável em ambientes mais calmos, como a escola, por exemplo”, explica a psicopedagoga Sabrina Gelhorn, do Centro Psicopedagógico Parceria.

    Com isso, cada vez os pais tem recorrido aos consultórios, afirmando que seus filhos possuem déficit de atenção ou hiperatividade. “O consumo de medicamentos tem aumentado entre as crianças, pois, podem ser precocemente diagnosticadas e enquadradas em uma das suas situações”, diz Sabrina. A profissional afirma que é preciso, antes de qualquer coisa, “fazer uma avaliação não pontual, sem olhar só para determinado aspecto, mas, fazer uma avaliação global para determinar a causa do problema que a criança está tendo”.

     

    #dificuldade de concentração em outras atividades é uma das consequências

    Uma criança que joga horas a fio, por exemplo, dificilmente conseguirá se manter concentrado numa questão matemática por muito tempo, pois, está acostumado às soluções imediatas que o jogo oferece. “No jogo, a criança não passa por frustração, pois, se ela não passar de fase da primeira vez, basta tentar de novo até conseguir. Com isso, ela não aprende a viver no mundo real, onde as frustrações são inevitáveis e não dá para resolvê-las num apertar de botão”, explica Sabrina.

    Para ela, é preciso que os pais imponham limites tecnológicos aos filhos, para que também aprendam a viver em sociedade. “A criança, desde cedo, precisa aprender e entender que sempre há o sim e não. E ela precisa respeitar os limites impostos pelos pais, que devem determinar por quanto tempo ela poderá jogar videogames ou manter-se online. Tempo com amigos reais e com a família são de extrema importância”.

    A grande questão do mundo atual é que, cada vez mais, os pais trabalham por longas horas, buscando dar uma boa condição de vida e, como recompensa aos filhos por sua ausência, acaba inserindo cada vez mais os pequenos no mundo tecnológico. O mesmo acontece quando os pais precisam de tempo, assim, colocam os filhos em frente a TV, computador, smartphones e jogos. “Não apenas as crianças estão se tornando viciadas, mas, os pais também. Toda essa necessidade de manter-se conectados 24 horas gera uma dependência tecnologia e pode ser resultado de uma questão sentimental, de fazer parte de algo ou ter muitos amigos quando, na realidade, você está sozinho na frente de um computador”, fala Sabrina.

     

    #tempo de qualidade com os filhos

    Para resolver esta situação, é preciso que os pais se sintam menos culpados e tenha momentos de qualidade com seus filhos, por mais curto que sejam. “Hoje é praticamente impossível manter as crianças afastadas desta era digital, até porque isso geraria certa exclusão social, mas, é preciso que os pais ajudem as crianças a serem crianças, exercitando a criatividade e o lado lúdico que possuem”, explica a psicopedagoga.

    Os pais também precisam mostrar à criança a diferença entre o mundo virtual e o real. “No mundo virtual, as respostas são imediatas, as soluções instantâneas e múltiplas opções. Na vida real, no entanto, não é assim que funciona. Tudo é mais complicado e a criança precisa entender que nela é preciso construir relações, que dificuldades existem e que reparações são necessárias”.

    Serviço: Clinica Parceria – www.clinicaparceria.com.br

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    Joanne Milne e a emoção ao ouvir pela primeira vez

    Implante Coclear, a técnica que possibilitou a britânica a ouvir após 42 anos de surdez realizada também no Paraná

    Quem viu, provavelmente se emocionou com o vídeo de Joanne Milne, de 42 anos, uma britânica que ficou famosa na internet, devido a um vídeo em que ela escuta pela primeira vez após a realização de um implante coclear. Sua emoção é contagiante ao ouvir os primeiros sons. No vídeo, ela conta que ouvir a própria voz é “muito estranho”, mas, totalmente incrível.

    Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail, Joanne disse que ainda está se acostumando aos sons. “Eu ainda estou chocada. Eu tenho que aprender a reconhecer o que são esses sons, porque construí uma biblioteca de sons na minha cabeça. Ouvir as coisas pela primeira vez é muito emocionante, desde o barulho de um interruptor à água corrente”, contou ela.

    Ela fez a cirurgia de implante coclear um mês antes da gravação do vídeo e foi sendo ativado em sessões semanais. “Eu sempre fui surda e fazia parte de mim. Infelizmente, quando comecei a ter dificuldades para enxergar, as coisas mudaram dramaticamente e, pela primeira vez na vida, ser surda ficou realmente difícil”, explicou. “Eu estou tão feliz. Nos últimos dois dias ouvi pessoas rindo atrás de mim, fiquei com meus amigos… eles não tiveram que puxar meu braço para chamar minha atenção, o que é um avanço enorme”, disse ela ao Daily Mail.

     

    Entenda a cirurgia

    O implante coclear, procedimento pelo qual Joanne passou, é a colocação de uma prótese eletrônica, que permite ouvir e se comunicar melhor. Ele é indicado para crianças – a partir de um ano – e adultos com deficiência auditiva sensorial bilateral (dois ouvidos) de grau severo, que não conseguem escutar e entender 40% dos sons, mesmo com o uso de prótese. “O aparelho estimula diretamente as fibras do nervo auditivo e substitui parcialmente as funções da cóclea, transformando os sinais sonoros em sinais elétricos”, explica o Dr. Maurício Buschle, cirurgião otorrinolaringologista e chefe da equipe multidisciplinar de implante coclear do Hospital Iguaçu, que realizou os primeiros implantes cocleares no Paraná, em 2006.

     

    #joanne milne – implante coclear

    A cirurgia consiste em inserir na parte interna do ouvido um dispositivo eletrônico, composto por um grupo de eletrodos e um aparelho receptor. Por fora, na parte de trás da orelha, fica a parte que processa a fala, com um microfone e bateria. “Cerca de um mês após a cirurgia o aparelho é ligado, pois, este é o tempo de cicatrização do ouvido e integração do aparelho”, explica o especialista.

    Cerca de um mês após a cirurgia, quando já há completa cicatrização, fonoaudiólogos fazem o acompanhamento e reabilitação dos pacientes após a cirurgia. Assim como aconteceu no caso de Joanne, é o fonoaudiólogo o responsável pela ativação do equipamento e mapeamento dos eletrodos, além de ajudar o paciente a lidar com os novos sonos e linguagens, ajudando a diferenciar sons naturais, barulhos do dia a dia e fala. Muitas vezes terapias, com psicólogos, também são indicadas para ajudar o paciente a se adaptar a nova realidade.

    Serviço: Hospital Iguaçu – www.hospitaliguacu.com.br

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    Vacinação contra o HPV e os detalhes sobre a vacina

    Saiba mais sobre uma das DSTs mais transmissíveis (e pouco conhecidas) da atualidade e como fazer para se proteger

    Já bastante difundida desde o ano passado, e aprovada pela rede pública no último mês, a campanha sobre vacinação do HPV (Papiloma Vírus Humano), que acaba essa semana, visa trazer o combate a uma das DSTs mais transmissíveis (e pouco conhecidas) da atualidade e a principal causa do câncer de colo de útero, vagina e vulva.

    De acordo com Jaime Rocha, infectologista do Laboratório Frischmann Aisengart, a maioria das pessoas adquire o HPV nos primeiros três anos em que passa a ter relações sexuais. “Estima-se que mais 70% dos homens e mulheres sexualmente ativos entrem em contato com um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas. No caso das mulheres, 46% entram em contato com o vírus nos dois primeiros anos de vida sexual ativa. Já 60% dos homens entram em contato nos três primeiros anos”, sinaliza.

    Por conta disso, o recomendável é vacinar os adolescentes antes mesmo do início da atividade sexual. “Embora seja indicada para a faixa etária que vai dos 9 aos 26 anos, a vacina tem excelente eficácia em pessoas com mais idade”, explica Rocha. Resultados dos estudos clínicos demonstraram eficácia de 99% para câncer de colo de útero, 100% de proteção para lesões de alto grau de vagina e vulva e 99% para lesões genitais externas. Embora não substitua outros métodos de prevenção nem permita o abandono do uso de preservativos, a vacina é mais uma arma contra a doença, já que se trata de um vírus altamente contagioso.

    Os homens também são público-alvo para a vacinação, já que também está relacionado às doenças que acometem os homens, como as verrugas genitais, câncer de ânus, câncer de laringe e câncer de pênis. “Portanto, os homens também devem se preocupar com a prevenção”. A vacina indicada para os homens é a quadrivalente, que age contra os tipos 6, 11, 16 e 18.

    As vacinas contra o HPV são administradas em três doses. A primeira é dada na data escolhida, a segunda com intervalo de 30 a 60 dias (dependendo da vacina utilizada – bivalente ou quadrivalente) e a terceira com 6 meses de intervalo da primeira dose. Este, segundo o médico, é o prazo recomendável ideal entre as aplicações das doses.

    Segundo o médico, o contato sexual é a maneira mais comum de contágio, incluindo o sexo oral e as chamadas “preliminares”. Isso porque somente o simples atrito da mão, boca ou genitais com a mucosa infectada já é suficiente para contaminação pelo vírus. Além da vacinação, por ser uma doença silenciosa, que na maioria das vezes não apresenta sintomas, é muito importante se precaver de todas as formas e consultar regularmente um especialista para realizar exames periodicamente.

     

    Como reduzir o risco de contágio pelo HPV genital 

    • Reduzir o número de parceiros sexuais – quanto maior o número de parceiros, maior o risco de contrair e/ou transmitir qualquer DST;
    • O uso do preservativo é imprescindível mas, no caso do HPV, não é suficiente, pois o vírus pode estar alojado também em partes da área genital que estão fora do alcance do preservativo;
    • Se houver suspeita de que o parceiro sexual tenha qualquer DST é altamente recomendável consultar o médico. Até que isto seja feito, também é recomendável abster-se das relações sexuais com este parceiro, até que o tratamento seja realizado, se for o caso;
    • Não compartilhar objetos de uso íntimo com outras pessoas e fazer higiene de objetos de uso comum (como toalha e vaso sanitário);
    • Vacinar-se antes do início da vida sexual. A idade recomendada é dos 9 aos 26 anos.

     

    HPV na laringe

    Rocha lembra que o HPV também pode infectar a laringe. O médico explica que o HPV pode ser dividido em dois grupos: o de alto risco (principalmente os tipos 16 e 18) e o de baixo risco para neoplasia (principalmente os tipos 6 e 11). A papilomatose laríngea (PL) é uma doença causada pelos vírus de baixo risco que acomete pregas vocais, epiglote e pregas vestibulares, mas pode atingir toda a laringe. “Em casos extremos ocasiona quadros de insuficiência respiratória aguda”, afirma.

    Nos casos de infecções na laringe em crianças, Rocha relata que as pesquisas feitas até o momento têm mostrado que a contaminação é vertical, ocorrendo durante o parto. Já em adultos, a indicação é que a transmissão se dá por meio de sexo oral sem preservativo. Segundo o médico, em crianças os sintomas incluem rouquidão, que pode evoluir para falta de ar, chegando a quadros dramáticos de desconforto respiratório. Já em adultos e adolescentes as lesões são menos numerosas, focais e menos recorrentes, porém com maior potencial de malignização.

    De acordo com Rocha, o diagnóstico da doença é feito por meio da laringoscopia, exame em que o médico examina de forma direta toda a cavidade oral, epiglote e laringe do paciente. “Mas é sempre bom lembrar que, aos primeiros sinais da doença, é fundamental que se procure um médico para que ele possa indicar o melhor tratamento para cada caso. Somente o médico deverá orientar o paciente em relação aos procedimentos adequados e ao uso de remédios”, reforça.

    O especialista revela que, devido ao conhecimento ainda limitado da doença, não existe um consenso sobre a forma de tratamento. “A opção cirúrgica, com remoção das lesões, não oferece resultados sempre eficazes, e as lesões podem voltar em pouco tempo”, diz.

    Na transmissão pelo sexo oral, Rocha explica que a forma de prevenção da doença é o uso de preservativos durante o ato sexual. Na transmissão vertical, o ideal é que a mãe faça o tratamento do vírus antes de engravidar, tendo em vista que ainda não existem comprovações de que a cesariana possa evitar a contaminação. Mas o especialista lembra que a prevenção também deve ser feita com a vacina contra o HPV.

     

    Serviço: Laboratório Frischmann Aisengart – www.labfa.com.br

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