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Beleza e Estética

Nariz & Orelhas

Seja por problema físico ou por aparência, duas das cirurgias mais procuradas na área da Otorrinolaringologia são a rinosseptoplastia e a otoplastia

Muitas pessoas têm a saúde prejudicada, tanto física como emocionalmente, por apresentarem problemas de respiração, ronco e até traumas, bloqueios emocionais causados pelo bullying e baixa autoestima por terem orelha de abano, ou desvios e deformidades no septo do nariz.

A orelha de abano atinge entre 2% e 5% da população e é congênita, é um problema que prejudica, e muito, a autoestima, principalmente de crianças e adolescentes. “Pode até influenciar no aprendizado, pois é na idade escolar que ocorre as ‘brincadeiras’, e o que parece ser um simples apelido pode causar danos sociais para uma vida inteira”, explica Dr. Maurício Buschle, chefe da equipe do Hospital Iguaçu, especializado em Otorrinolaringologia. De acordo com Buschle, a solução é a otoplastia, que oferece segurança aos pacientes, pois é realizada com anestesia local, com ou sem sedação, e sem riscos de comprometer órgãos vitais. Pode ser feita em hospital ou clínicas especializadas, sem internação. “Uma cirurgia rápida, simples e que pode fazer toda a diferença. O procedimento permite a aproximação da orelha e a cabeça, corrigindo a cartilagem e trazendo mais harmonia. A recuperação é rápida, e a cicatriz é quase imperceptível. A cirurgia é aconselhada ainda na infância – depois dos 5 anos, mas nada impede que um adulto que se sente incomodado faça mais tarde. “Quanto mais precocemente for realizado o procedimento, menos a criança sofrerá com esse bullying”, considera Dr. Maurício. Assim que se retira o curativo já pode ter uma ideia de como ficará o resultado.

Já o nariz é uma estrutura projetada bem no meio da face e que precisa passar despercebido. Só em 2013 foram realizadas 77.224 rinosseptoplastias, e isso fez o Brasil ser o líder mundial nesse tipo de procedimento. Hoje passa dos 100 mil procedimentos no ano. O número aumenta ano a ano, pelo nariz ser um ponto muito característico no rosto; sem falar que junto com o nariz com desvio vêm dificuldades respiratórias, apneia, ronco, o que leva muitas pessoas a buscarem ajuda profissional. Quando é para ser realizada apenas por motivos anatômicos, indica-se a cirurgia a partir de 14 anos de idade. Entretanto, pode ser feita antes, no caso de traumatismos ou má-formação.

“Normalmente os pacientes procuram o especialista por causa de algum tipo de obstrução nasal e aproveitam para fazer a correção externa no mesmo procedimento”, destaca Dr. Maurício. A rinosseptoplastia é, provavelmente, uma das cirurgias mais realizadas em todo o mundo. Além da aparência, ela corrige defeitos funcionais, como desvio de septo. “Nas últimas décadas, a rinosseptoplastia tem tido diversos avanços, e a tendência é buscar resultados cada vez mais naturais, com técnicas menos invasivas e sem prejuízo das funções nasais”, explica o especialista. A otoplastia e a rinosseptoplastia trazem inúmeros benefícios para as pessoas, o que pode solucionar problemas e complexos que atrapalham a vida emocional. Mas Dr. Maurício faz o alerta de que os narizes não podem ficar apenas bonitos, o principal é que estejam funcionando perfeitamente”.

A estudante Marcela Basso Fernandes, 29 anos, aproveitou a cirurgia por causa de um problema respiratório e fez uma correção também. “Quando ia dormir trancava bastante e dificultava muito a respiração, eu tinha desvio de septo”, conta. Assim, conversou com especialistas e teve a rinosseptoplastia como indicação para solucionar o problema, uma vez que, “para dormir bem faria qualquer negócio, então aceitei a cirurgia”. Ela procurou um especialista por indicação de uma amiga e, cinco anos depois, ainda guarda boas recordações:

“A minha disposição para atividades físicas melhorou muito, assim como o relacionamento com o espelho!”, comemora a estudante. “Se precisasse fazer novamente eu faria. Meu conselho para quem tem um problema respiratório, como eu tinha, e que prejudica a qualidade de vida é para fazer o procedimento, que procure um médico de confiança e faça”, indica. “Psicologicamente e fisicamente posso dizer que foi realmente a união do útil ao agradável. Foi muito bom!”

Integração foca na qualidade do atendimento

“Criamos uma proposta de sermos um centro integrado de Otorrinolaringologia, e dessa proposta surgiu o Hospital Iguaçu em Curitiba. Focado na qualidade de atendimento e não na quantidade”, explica Dr. Maurício Buschle. Hoje, o hospital trata de infecções de ouvidos (como surdez, vertigens, labirintites); dores de garganta, amígdalas e adenoides, resfriados e gripes comuns e complicados – como sinusites ou outras infecções de vias aéreas, obstrução nasal com desvios de septo, tumores de cabeça e pescoço. “Além de sermos um dos maiores centros de referência em cirurgias audiológicas do Sul do país – que integra o que há de mais avançado em tecnologia e as técnicas cirúrgicas de ponta, com destaque para o implante coclear”, afirma Dr. Maurício.

O Hospital Iguaçu atende pessoas de 0 a 100 anos, de forma integrada, sempre com a missão de proporcionar o melhor bem-estar. Os pacientes com problemas de audição têm diferenciais de atendimento, principalmente no que se refere ao período de adaptação, pois existe um andar inteiramente dedicado a eles. “Prezamos em oferecer mais que soluções, sempre visando a ser um centro completo de Otorrinolaringologia”, finaliza o médico.

Tratamento tamanho família

Um é pouco, dois é bom e três é melhor ainda! Na casa da família da Tatiane e do Marco Antonio, três membros já passaram por procedimentos de Otorrinolaringologia. A mãe, Tatiane Deleide Barros (empresária, 34 anos), o pai, Marco Antonio (empresário, 46) e um dos filhos, o Victor Matheus (de 8 anos). “Primeiro, meu marido fez a cirurgia, depois o Victor e, por último, eu. Aliás, Victor operou no mesmo dia que eu (com uma hora só de diferença)”, relembra Tatiane.

Marco Antonio tinha desvio de septo e por isso roncava muito. Ele comenta que a cirurgia, feita em 2012, teve um pré e pós-operatório excelente. “Foi tudo tranquilo, não senti dor alguma”. Por causa do sucesso, indica o procedimento para quem padece do mesmo problema que ele tinha. A história da Tatiane não é diferente, ela sofria com muita coriza e também tinha desvio de septo – que era pequeno, mas, como iria mexer no nariz, aproveitou para melhorar a harmonia dele com o rosto.

Já o pequeno Victor, na época do procedimento com 4 anos, operou as amígdalas. “Meu filho tinha inflamação de garganta de três em três meses. Depois da cirurgia nunca mais teve dor de garganta!”, comemora Tatiane. Para a empresária, o resultado dos procedimentos dela e do filho se deve ao bom trabalho realizado pela equipe médica. “As cirurgias foram um sucesso, a equipe é totalmente unida. Me senti totalmente à vontade, e a nossa recuperação pós-cirurgia foi de extremo carinho de todos”.

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