Potencialize-se
Um método inovador de fisioterapia-ocular permite a leitura de 2.000 palavras por minuto, melhorando a concentração, o aprendizado e o êxito profissional

Saber ler com eficiência deixou de ser uma habilidade elementar da alfabetização, para se tornar uma competência indispensável para o bom desempenho nos estudos e na profissão. Isto porque, é através da leitura que nos desenvolvemos social e culturalmente. Ou seja, é por meio do conhecimento que evoluímos intelectualmente, que melhoramos como pessoas, que alcançaremos as nossas metas nos estudos e no trabalho, que conquistaremos o sucesso naquilo que almejamos. No entanto, o grande problema da vida moderna é a falta de tempo e de concentração para a leitura, limitando as pessoas a não desenvolverem o que é inato no ser humano: a inteligência.
“Desde que comecei a praticar as novas técnicas de leitura, meus colegas e professores perceberam a evolução no meu aprendizado, pois elas contribuíram para facilitar os estudos, elaborar trabalhos e pesquisas, melhorar a disciplina e persistência necessárias”, afirma a estudante Ariela Both de Souza, de 15 anos, que concluiu o método em julho deste ano, com capacidade de ler 2.154 palavras por minuto e 100% de compreensão. “Quando iniciei o programa, minha velocidade era de 164 palavras por minuto. Agora, pretendo aperfeiçoar meus estudos e, assim, estar bem preparada para o vestibular, curso superior e para a minha vida prática e profissional”, acentua.
De fato, as técnicas ajudam bastante na esfera profissional. Para o Richard Wagner, de 33 anos que é formado em Direito e Designer pela UNICAP. Os benefícios do novo método foram além das suas expectativas. “Fiz o curso porque estou estudando para o Concurso Público e nesses casos se assimilar as matérias rapidamente vou aumentar o volume de estudos, consequentemente há maiores chances de ser aprovado. O que antes lia 150 palavras por minuto, agora consigo ler 2.000 palavras por minuto” comenta.
Falta prazer
A maioria das pesquisas realizadas no Brasil sobre leitura estão diretamente relacionadas ao levantamento de informações em escolas, faculdades e universidades, utilizando ferramentas como o Censo, em que os resultados abastecem os bancos de dados educacionais e culturais da sociedade, fornecendo recursos para o aprimoramento. Assim, o que ficamos sabendo é que a situação do livro no Brasil é crítica: a juventude não lê nada, a escola não colabora, os brasileiros lêem pouco. Os exemplos acima são repetidos exaustivamente quando o assunto em pauta é o índice de leitura dos brasileiros. No entanto, quase todos estão errados: crianças e adolescentes formam a maior parcela de leitores no Brasil, graças à escola e também ao apoio fundamental da família. Quem lê menos são os adultos, e a razão disso é a falta de tempo e disponibilidade para dedicar algumas horas à leitura.
Divulgada recentemente pelo instituto Pró-Livro, entidade que congrega instituições do setor, uma pesquisa que retrata a leitura no Brasil colocou pela primeira vez em termos científicos estas noções que até então eram apenas intuição. Isto permitiu uma ampla abordagem de problemas envolvendo a disseminação do livro no país. O estudo revelou, por exemplo, que o índice nacional de leitura é melhor do que se esperava – somos 95 milhões de leitores, com dois terços vindos da escola -, porém ainda aquém do ideal. Outra abordagem são as críticas ao papel da escola como formadora de leitores, mas para elas existe justificativa: as pessoas lêem na escola e abandonam o hábito à medida que se afastam dela. O que talvez esteja faltando seja a capacidade de envolver a leitura não apenas na esfera da obrigação, e sim do encantamento.
A menina Carolina Rodriguez Ribas, de 10 anos, estudante da 5ª. série do Colégio Passionista Nossa Senhora Menina, em Curitiba, é um exemplo disso. “O programa me trouxe várias contribuições, uma delas é ler e compreender mais rápido. Meu maior desafio foi em relação à disciplina de matemática; estava quase abaixo da média no colégio e consegui superar minhas dificuldades. Além disso, o programa fez com que eu reforçasse a leitura, praticando-a diariamente”, conclui a estudante. Mariana Rossi de Souza, mãe de outra estudante da 5ª. série, a menina Ana Carolina Rossi de Souza, de 10 anos, também viu em casa os progressos na filha depois que ela concluiu o novo método de leitura. “Minha filha tornou-se mais disciplinada, passou a apresentar notas ótimas na escola, enfim, tem outra postura como aluna”, avalia.
De acordo com o psicanalista e escritor de obras voltadas para crianças e adolescentes, Celso Gutfreind, “ler é ter prazer com a imaginação, e a imaginação não é algo que se desenvolve sozinha”. Para o autor, crianças em idade escolar normalmente lêem mais do que os adultos por três fatores: crianças e jovens têm mais tempo livre, precisam ler por exigência da escola e nela têm mais facilidade de acesso aos livros. O impasse está em como fazer essa população escolar continuar lendo depois que sair do colégio. Há mais de uma razão para isso: a entrada no mundo profissional reduz o número de horas livres para a leitura, e a própria relação do aluno com os livros na escola é associada a uma experiência obrigatória, que é abandonada na primeira oportunidade.
Encante-se pela leitura!
A médica veterinária Luciana Galeb, de 29 anos, que faz mestrado na área de ciência animal e pós-graduação em ética e educação, também procurou a Pilbra. “Confesso que inicialmente não acreditei em quase nada do que me prometeram. Iniciei o programa em agosto de 2008 com uma velocidade de 166 palavras por minuto e 60% de compreensão. Concluí o programa em fevereiro de 2009 lendo 4.030 palavras por minuto e com 100% de compreensão. Hoje leio feliz em torno de 1.800 a 2.000 palavras por minuto e absorvo o conteúdo do texto e compreendo melhor, por isso estou muito contente, o investimento valeu a pena”, comemora a veterinária. “O importante do método é colocá-lo em prática. “O que mais mudou e o que está fazendo mesmo a diferença é o prazer. Como leio muito acabo me cansando facilmente, mas com as técnicas da Pilbra o prazer de ler é imensurável, ressalta.
Com o intuito de promover um maior nível cultural e intelectual das pessoas por meio da cultura e educação, incentivando práticas de leitura independentes da necessidade e interesse de cada pessoa, sejam jovens, adultos, estudantes e profissionais, que a Pilbra, uma companhia multinacional criada há 25 anos, atua hoje em vários países da Europa e América Latina, incluindo o Brasil. “Através da fisioterapia ocular, fortalecemos os músculos dos olhos, eliminando os maus hábitos de leitura com o auxílio do taquitoscópio, desenvolvido na década de 50 pela Força Aérea Americana”, explica a diretora de relações públicas da filial de Curitiba, Márcia Castro. Assim, segundo ela, amplia-se o campo de visão, deixa-se de ler palavra por palavra, passando-se a ler frase por frase, idéia por idéia, adquirindo velocidade”, completa. Desta forma, a leitura não é mais feita da esquerda para a direita, num zigue-zague, mas os olhos são direcionados para o centro da frase, captando todo o contexto.
Sob a supervisão de profissionais qualificados, a empresa desenvolveu um Programa Integral de Leitura, que serve como uma ferramenta imprescindível nos dias atuais, em que a velocidade com que a informação circula é fundamental a estudantes e profissionais que acompanham esse ritmo. “Nossa missão é diagnosticar os maus hábitos de leitura e mostrar as consequências da falta de concentração, compreensão, assimilação e agilidade do ato de ler, com repercussão no bom rendimento nas escolas, faculdades e no mercado de trabalho”, reforça Thiago Bueno, gerente divisional da Pilbra.
Trata-se de um programa de desenvolvimento fisio-ocular, e não de um curso, visando a eliminação de vícios de leitura. Isto é, em uma hora semanal, durante quatro meses, a pessoa, através de uma reprogramação visual, potencializa algo em si que não foi desenvolvido. “O resultado disso é a leitura de 2.000 palavras por minuto, com total compreensão e retenção”, destaca Thiago Bueno. O trabalho é desenvolvido de forma personalizada, com no máximo 7 alunos numa sala de aula, para melhor avaliação do rendimento individual, e o atendimento é realizado por meio de uma equipe pedagógica especializada na área.
Diagnóstico gratuito
Na Pilbra, os interessados podem fazer um diagnóstico gratuito. Basta agendar um horário e fazer um teste para ficarem sabendo quais são seus vícios e o que precisa ser desenvolvido para uma leitura mais rápida, eficiente e com maior compreensão e retenção das palavras. “A maioria das pessoas que faz esse diagnóstico fica sabendo que não sabe ler”, revela o gerente de setor. Os benefícios de quem desenvolve essa habilidade visual e o hábito da leitura são muitos: a leitura previne o mal de Alzeimer, uma vez que o cérebro é exercitado; desenvolve a auto-estima e o olhar crítico; promove a integração social; amplia horizontes; torna os profissionais mais capacitados e competentes; promove a aprendizagem das obras literárias; amplia o vocabulário; e, resgata a cidadania. Você está convidado a fazer um teste e constatar os benefícios da leitura em sua vida!
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