Nutrologia

Excelência em performance cerebral e função cognitiva caracterizam plena saúde física e mental

Antioxidante extremamente potente marca uma nova linha de tratamento de doenças e transtornos da mente, em qualquer idade

Cerca de 5 mil vezes mais eficaz do que a vitamina C, a pirroloquinolinaquinona (PQQ) é um poderoso antioxidante do complexo B que vem ao encontro do arsenal de suplementos nutricionais para o combate às doenças neurodegenerativas – condições debilitantes que trazem prejuízos ao funcionamento do cérebro e aos movimentos do corpo. Esse grupo de doenças se manifesta com uma diversidade de expressões e nomes como: mal de Alzheimer, doença de Parkinson, esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença de Huntington, degeneração espinocerebelar, encefalopatias, epilepsias, tumores cerebrais, demências, até condições como depressão e transtornos (com destaque para o déficit de atenção e hiperatividade). Essas enfermidades podem ter benefícios com o uso criterioso de alguns suplementos como o PQQ aliado a transformações de rotinas de vida, afirma a médica nutróloga Dra. Giane Galvão, que continua à frente da direção clínica da N&N – Nutrologia & Nutrição Clínicas Médicas em parceria com o IPCAC – Instituto de Pesquisa do Comportamento Alimentar de Curitiba. “Todas essas doenças estão relacionadas em sua origem e desenvolvimento a um alto nível de estresse oxidativo, que produz disfunção mitocondrial e consequente perda dos neurônios, ou seja, das células funcionais do sistema nervoso,” alerta a médica.

Performance cerebral e função cognitiva estão diretamente relacionadas à chamada “demência”, doença que pode afetar a memória, o pensamento, o comportamento, a linguagem, a capacidade de cálculo, a aprendizagem, a emoção, o humor e a própria personalidade, acometendo pessoas de todas as faixas de idade e resultando na degeneração progressiva e morte dos neurônios. “A demência senil prevalece em 15% dos idosos acima de 65 anos, mas atualmente observamos o crescimento da incidência de diversos transtornos mentais e demência precoce em jovens por associação ao uso contínuo de medicamentos, abuso de drogas, infecções crônicas, contaminação ambiental, consumo de alimentos quimicamente industrializados e geneticamente modificados (transgênicos), além do uso abusivo de agrotóxicos nos alimentos”, adverte a médica, que tem fundamentado seus estudos em Bioética, Direitos Humanos e Segurança Alimentar.

Epidemiologicamente, a demência é a doença neurodegenerativa mais comum, e anualmente estimam-se 7,7 milhões de novos casos em nível mundial, o que representa um novo caso a cada quatro segundos. “Em geral, observamos que essas doenças se expressam através de perfis variáveis de sinais e sintomas, afetando diretamente a qualidade de vida, já que o declínio progressivo da capacidade intelectual do indivíduo interfere diretamente em seus relacionamentos, atividades sociais e profissionais”, acrescenta.

Segundo a Dra. Giane, a epigenética e o perfil nutrigenômico comprovam que o estilo de vida e o ambiente social modificam a expressão genética de nossos genes. O sedentarismo e os maus hábitos alimentares lideram o alto nível de oxidação em nosso corpo, especialmente o consumo de gorduras hidrogenadas, margarinas, refrigerantes, aditivos artificiais, alimentos refinados, excesso de açúcar, sal, trigo e laticínios, uso de micro-ondas, seguido pelos poluentes ambientais (agrotóxicos, pesticidas, herbicidas, metais pesados, cigarro, descarga de automóveis e uma cada vez maior variedade de substâncias químicas industriais). “O alto nível de exposição à oxidação em detrimento da quantidade de antioxidantes presentes em nosso organismo compromete diretamente a atividade mitocondrial das células, o que resulta em déficit energético e degradação celular diretamente relacionada à gênese de todas as doenças degenerativas crônicas, como: diabetes, hipertensão arterial, obesidade, doenças autoimunes, doenças reumáticas, câncer e toda leva de doenças neurodegenerativas”, esclarece a médica nutróloga.

Mitocôndrias, neurônios e o processo de oxidação

As mitocôndrias são as centrais energéticas das células que promovem a combustão da energia bruta de carboidratos e gorduras, provenientes da alimentação, em energia funcional a ser utilizada pelo organismo em forma de ATP (adenosina trifosfato). Em nosso ápice de vitalidade, possuímos cerca de 2.000 a 2.500 mitocôndrias por célula que funcionam no rendimento máximo, porém, de acordo com o estilo de vida, podemos perder essas mitocôndrias de maneira precoce, independentemente do avanço da idade. Entretanto, elas também são as principais formadoras de radicais livres, como o superóxido (O-) e a hidroxila (OH+) que provocam o estresse oxidativo, uma espécie de oxidação que comete os maiores danos em nível celular através da peroxidação lipídica, atacando as membranas celulares, comprometendo a oferta de nutrientes e a eliminação de resíduos, o que acaba por danificar as próprias mitocôndrias, resultando em morte celular. “Embora a oxidação seja inerente à biologia humana, um elevado nível de estresse oxidativo é um grande problema quando foge do controle”, alerta a especialista.

O ambientalista e engenheiro florestal Bo Nils Axel Stridsberg é um exemplo de quem busca saúde e melhor qualidade de vida. Sueco residente no Brasil há aproximadamente 15 anos, ele tem uma boa disposição quando o assunto é caminhar e plantar árvores, porém, alguns maus hábitos alimentares agregados ao seu perfil genético e faixa etária têm exposto alguns sinais e sintomas que caracterizam um processo neurodegenerativo em evolução. Bo resolveu então buscar a nutrologia para fazer um check-up, por apresentar alguns episódios de convulsão que não foram esclarecidos pela UBS em Curitiba, além de alguns quilos a mais e o colesterol alto. Seus exames bioquímicos revelaram carências de vitamina B12 e D, homocisteína alta, dislipidemia, baixa absorção de proteínas e sorologia positiva para candidíase.

“Hoje, avaliamos as diversas disfunções metabólicas associadas ao estresse oxidativo através da análise de marcadores bioquímicos no sangue, urina e fezes. Esses exames contribuem diretamente para um bom diagnóstico, encaminhamento de prescrições e para outros especialistas. Os exames também servem para provar a eficácia da linha terapêutica”, evidencia Dra. Giane. A análise da composição corporal do paciente apresentou um IMC de 26,1%, em que mesmo correspondendo a um sobrepeso leve, a biorressonância mostrou um alto percentual de gordura visceral (11++), considerado um grande fator de risco para doenças cardiovasculares, infarto do miocárdio e AVC. Também a ressonância magnética cranioencefálica revelou focos isolados de doença vascular encefálica isquêmica de pequenos vasos, associada à redução volumétrica do hipocampo.

O efeito neuroprotetor da PQQ sobre a memória e o raciocínio

Na linha de frente do combate de todas as doenças degenerativas crônicas prescritas pela médica está a pirroloquinolinaquinona (PQQ), que possui a capacidade única de ativar vias de sinalização diretamente envolvidas no desenvolvimento, função e metabolismo energético celular, não só protegendo a mitocôndria do estresse oxidativo, mas também age promovendo a geração espontânea de novas mitocôndrias (biogênese mitocondrial). “Em estudos e ensaios clínicos, a PQQ apresentou efeitos neuroprotetores sobre a memória e o processo de raciocínio (cognição), pois estimula a produção e a liberação de fatores de crescimento de nervos nas células que sustentam os neurônios no cérebro, protegendo as células nervosas e restaurando a produção dos níveis energéticos dos neurônios e de todas as células corporais, incluindo as cardíacas, o que melhora a concentração e o desempenho global e sistêmico, isso é, uma restauração contínua e integral, na qual a cooperação funcional promove a saúde orgânica e a qualidade de vida do corpo”, explica a médica.

Neuroplasticidade e processo terapêutico

Neuroplasticidade é a capacidade que o sistema nervoso tem de se modificar por expressões morfológicas e funcionais. “Trabalhamos a neuroplasticidade na reversão dos processos neurodegenerativos, aumentando a capacidade funcional do cérebro e de todo o corpo”, define a médica. A linha terapêutica adotada pela N&N Clínicas Médicas baseia-se na desintoxicação do organismo e correção dos déficits nutricionais aliados à mudança de hábitos de vida, tendo por objetivo a transformação do processo de controle da doença para a promoção da saúde. “Exatamente o oposto das equivocadas políticas públicas que multiplicam doenças”, denuncia a médica, integrante de alguns observatórios de pesquisa. O tratamento se realiza em 12 semanas de acompanhamento semanal, de dois membros ou mais da família, sendo no mínimo em pares, não de forma individual. Dessa forma se desenvolve uma melhor incorporação de novos princípios, valores e rotinas de vida.

Integram-se ao corpo clínico uma diversidade de profissionais de saúde habilitados pela N&N, como: psicólogos, educadores físicos, nutricionistas, fisioterapêutas e enfermeiros. Complementar aos suplementos injetáveis como a PQQ, vitamina B12 e vitamina D, destacam-se o consumo abundante de água corrigida, manipulações magistrais de genéricos e sinérgicos fitoterápicos, fora os suplementos como algas marinhas, DHA e Squalene. Os óleos essenciais e homeopatia alinhados à prática da alimentação, preferencialmente viva e orgânica, práticas de meditação e oração, como também orientação de atividade física, que compõem as terapias integrativas e complementares prescritas pela N&N. Quanto ao Bo Stridsberg, seu tratamento já melhorou o sono, o raciocínio e a disposição. “Aos 74 anos me sentia um pouco cansado e faltava foco”, confessa Bo.

A excelência na performance que Bo vem adquirindo avanço em novos projetos, como rever sua família na Suécia e conhecer seus netos. “Venho recebendo da médica incentivo intelectual, além de novos conceitos de vida, postura e alimentação”, relata o engenheiro, que se arrepende pelo estilo de vida desajustado que levava e agradece pela sua nova perspectiva de vida, mente e coração.

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