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Sáb, 26 de Dezembro de 2009 10:37 |
Vamos ensinar as crianças a comerem frutas?
O período conhecido como desmame, quando bem conduzido, permitirá à criança conhecer diferentes sabores e criar bons hábitos alimentares, como o de apreciar verduras, frutas e legumes
A Brazos Nutricional, pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com a Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), divulgada em setembro de 2007, nos deixou perplexos... Apesar das várias opções de frutas, legumes e verduras que o Brasil planta e exporta todos os anos, não aproveitamos essa riqueza de nutrientes. O estudo envolveu 150 municípios brasileiros e entrevistou 2.240 pessoas de todas as classes sociais e descobriu que o consumo de vitaminas e sais minerais está abaixo das recomendações em 90% da população.
Os vegetais, incluindo frutas, verduras e legumes, ainda são as melhores fontes de fibras, vitaminas e sais minerais essenciais para melhorar o bom funcionamento do organismo. Esses nutrientes, por serem calculados em miligramas e microgramas, são conhecidos como micronutrientes. São tão importantes para a saúde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Panamericana da Saúde (OPAS) concluíram que, pelo menos 60% das mortes em todo o mundo poderiam ser adiadas, ou mesmo evitadas, se as pessoas adotassem posturas mais saudáveis diante da vida, dentre elas, o consumo de no mínimo cinco porções (ou 400 gramas) dessa categoria de alimentos por dia. "Frutas e hortaliças são mais facilmente incorporadas ao cardápio, quando fazem parte dele desde a infância. Pais que normalmente não comem esse tipo de alimento, involuntariamente, transmitem esse hábito aos filhos", diz a endocrinologista da Clínica Genesis, Silvia Hashimoto Toledo.
E por não apreciarem o sabor sutil das frutas, geralmente, eles não são criativos, não sabem como prepará-las ao gosto infantil, se contentam com a primeira alegação da criança de que não quer a maçã... E cedem à tentação do biscoito recheado, do salgadinho em pacote industrializado, da barra de chocolate... "Esses últimos alimentos são muito mais gostosos, pois são ricos em gordura, o ingrediente que faz tudo ficar mais saboroso. O sabor exacerbado dos alimentos industrializados faz com que a pêra pareça sem graça, sem atrativos. Logo, é na primeira infância que devemos lançar a semente dos bons hábitos alimentares, que vão assegurar um crescimento saudável. Não podemos perder esta chance única", defende a endocrinologista Silvia Toledo.
Apresentando sabores
Embora a maioria das mães fique ansiosa para oferecer o primeiro suco de frutas para seus filhos, é sempre importante lembrar que os bebês devem ser alimentados, exclusivamente, com leite materno, pelo menos até o sexto mês de vida. Somente após essa idade é que o organismo estará pronto para receber outros alimentos", explica a endocrinologista.
Assim, sucos, chás e água só devem ser oferecidos quando o bebê tiver completado seis meses de vida. "Apenas quando os bebês não estão evoluindo bem, apenas com o leite materno, outros alimentos podem ser introduzidos a partir do quarto mês", diz Silvia Toledo.
A médica destaca que o mais importante é que os pais não ofereçam outro alimento para o bebê antes de ele completar quatro meses de vida, esteja ele se alimentando com o leite materno ou outro leite. "Como o sistema digestivo do bebê ainda não está preparado para receber essas substâncias, alguns problemas podem aparecer: alergias alimentares, intolerâncias, diarréias, anemia, desnutrição ou excesso de peso", diz a médica.
Questão de estratégia
Para a frustração de muitas mães, geralmente os bebês não aceitam bem a introdução de novos alimentos em sua dieta e fazem caretas intermináveis ao provarem as primeiras frutas. "A rejeição é normal, pois sai de cena o leite e entram novos alimentos que têm sabores, cheiros e texturas diferentes das do leite materno. Com o passar dos dias, o bebê vai se acostumando e passará a aceitar melhor as frutas", conta Ana Paula Mendonça, nutricionista da Clínica Genesis.
Ana destaca que "o mais importante é lembrar que a recusa - seja do suco ou da fruta raspadinha - é normal, aceitável e passageira", diz. E diante de recusas, os pais devem oferecer outra fruta, que agrade mais o paladar do bebê. Não há restrições para as frutas que podem ser ofertadas aos bebês. "Só há restrições alimentares para os bebês que apresentam alergia ou que têm pais com alergias", recomenda a nutricionista da Clínica Genesis.
É importante que ao preparar as frutas e os sucos de frutas que serão oferecidos ao nenê, os pais tenham cuidado com a higienização adequada das frutas. O fato de não consumir a casca de algumas frutas não elimina a necessidade do completo processo de higienização. "É importante que no momento inicial da oferta de novos alimentos, as frutas não sejam misturadas, para não tornar esse aprendizado mais difícil. Os pais também não devem adoçar os sucos, nem com açúcar, nem com mel, que pode conter a toxina que causa o botulismo. Para introduzir esses dois alimentos, os pais devem esperar o bebê completar o primeiro ano de vida", recomenda Ana Paula Mendonça.
CONTATO: www.clinicagenesis.com.br ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO: Márcia Wirth MW Consultoria de Comunicação-Saúde
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Sáb, 26 de Dezembro de 2009 10:36 |
Riscos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e Alzheimer podem ser detectados com Check-up neurológico do Hospital do Coração
Único check-up neurológico oferecido no Brasil ajuda no diagnóstico precoce de demências e risco de AVC, aumentando assim as chances de controle e evolução da doença.
A população brasileira está envelhecendo e o grande desafio do Brasil agora é oferecer subsídios para que essa longevidade seja acompanhada de qualidade de vida. Na terceira idade o organismo humano não tem mais a mesma potência e fica vulnerável a algumas doenças.
Como em todas as áreas médicas, o diagnóstico precoce e a abordagem adequada das diferentes patologias têm impacto positivo no tratamento de doenças neurológicas, sendo também necessário investir no controle dos fatores de risco. Visando aperfeiçoar estes diagnósticos e seu tratamento, o Serviço de Neurocirurgia do HCor - Hospital do Coração - apresenta uma inovação no segmento: o check-up neurológico.
Com uma abordagem diferenciada para avaliar os riscos e a presença de doenças cérebro-vasculares e disfunções cognitivas, o check-up tem o objetivo de diagnosticar precocemente as demências (vasculares: corticais e subcorticais, degenerativas, incluindo a doença de Alzheimer) e avaliar o risco de AVC (derrame).
A análise é realizada por meio de avaliação neurológica e neuropsicológica, além de exames especializados como eletroencefalograma com mapeamento cerebral; angioressonância e ressonância nuclear magnética do cérebro e doppler das artérias carótidas e vertebrais.
O check-up neurológico possibilita, em poucas horas, promover uma análise clínica e um diagnóstico precoce para vislumbrar a melhor abordagem terapêutica ao paciente, pois quanto mais precoce o diagnóstico maior a chance de controle da evolução da doença. Em alguns casos é possível até mesmo evitar ou minimizar o risco de AVC. Vislumbrando que a própria definição de vida envolve o funcionamento adequado do cérebro, é clara a importância de se realizar uma avaliação cerebral após os 50 anos . "Uma das grandes preocupações da população na terceira idade que procura um neurologista é o Alzheimer e os acidentes vasculares cerebrais (AVC), e nisso o check-up neurológico é importante pois trabalha de forma preventiva e pode detectar possíveis distúrbios, facilitando assim a escolha do tratamento adequado", destaca a Dra.Maristela Costa, neurologista do HCor.
Ainda não é possível evitar os danos neurológicos que serão mais recorrentes devido ao envelhecimento da população, porém, de acordo com os especialistas, é possível retardar o aparecimento do AVC adotando um estilo de vida saudável. Para o Alzheimer, uma importante recomendação é a leitura. "Os neurônios são como músculos, se não utilizados, atrofiam. Temos de exercitar nosso cérebro todo dia lendo o jornal, com palavras cruzadas e jogos de lógica, como o Sudoku, por exemplo", indica Dr. Maristela Costa.
Mais Informações para imprensa: Target Consultoria em Comunicação Empresarial Assessoria de Imprensa do HCor - Hospital do Coração Rita Barão / Rafael Ernandi / Renata Silva |
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Sáb, 26 de Dezembro de 2009 10:34 |
Dificilmente, pessoas que abusam ou são dependentes alcoólicos conseguem manter um bom padrão nutricional.
Beber socialmente é um argumento que diz pouco a cerca do consumo do álcool de uma pessoa. De acordo com o Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo - GREA - cerca de 15% da população brasileira consome álcool de maneira abusiva. "Descrever os volumes alcoólicos toleráveis ou de risco tem pouca importância na prática clínica, uma vez que as conseqüências deletérias do uso do álcool ocorrem também em pessoas que ingerem quantidades bem inferiores àquelas que indicam abuso ou dependência", afirma a médica nutróloga Ellen Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.
Algumas pessoas já colocam a saúde em risco, ingerindo volumes alcoólicos considerados pequenos, como quatro doses para um homem, e três para uma mulher, em uma única ocasião. Outras pessoas toleram grandes volumes de bebida alcoólica, sendo mais susceptíveis ao abuso e à dependência. "Muito ou pouco, os estudos epidemiológicos indicam que as seqüelas do alcoolismo representam a quinta causa mais freqüente de doenças no mundo", observa a médica.
Os efeitos deletérios do consumo crônico do álcool são bem conhecidos, mas mesmo assim, episódios agudos de intoxicação alcoólica são emergências médicas comuns nos prontos socorros. "Altos níveis de álcool no sangue podem deprimir o Sistema Nervoso Central e causar perda da consciência, baixa da pressão arterial e da temperatura corporal, baixa dos níveis de açúcar no sangue, depressão respiratória, coma e morte", enumera Ellen Paiva.
Cronicamente, o álcool pode causar várias doenças e incapacitações, que abrangem doenças do trato gastrintestinal - esofagites, gastrites, doença do refluxo gastro-esofágico, hepatite e cirrose hepática - doenças cardiovasculares - geralmente, desencadeadas pela hipertensão arterial e pela elevação do colesterol induzidos pelo álcool - osteoporose e vários tipos de câncer. "Nesse contexto, a desnutrição é uma característica comum a todos elas, agravando, ou, na maioria das vezes, sendo o fator patológico causal das várias doenças relacionadas ao uso crônico do álcool", diz a médica nutróloga.
Principais carências nutricionais relacionadas ao alcoolismo
Dificilmente, pessoas que abusam ou são dependentes alcoólicos conseguem manter um bom padrão nutricional. "A desnutrição relacionada ao abuso do álcool ocorre por várias causas: ingestão insuficiente de alimentos, dificuldade de absorver os alimentos ingeridos, perda de proteínas pelo intestino e redução da síntese de proteínas pelo fígado. Dentre todas essas alterações, as dificuldades na ingestão adequada de alimentos é um dos mais importantes fatores que levam à desnutrição", explica Ellen Paiva.
Nesses pacientes, a presença de etanol no organismo está relacionada à falta de apetite e isso ocorre por vários motivos. Um deles é o fato de que o álcool não é apenas uma substância psicotrópica, é também fonte calórica - 1g de álcool fornece 7 calorias - chegando a suprir, em grandes ingestões, 50% das necessidades calóricas diárias, sem nenhum traço de nutrientes em sua formulação. Além disso, as queixas de falta de apetite e náuseas ocorrem, respectivamente, em 87% e 55% desses pacientes. "Algumas deficiências nutricionais são particularmente preocupantes no paciente que abusa do álcool: a desnutrição protéica, as deficiências de vitaminas A, C, D e do complexo B, magnésio e zinco", diz a médica.
A desnutrição protéica é uma característica importante do consumo crônico e inadequado do álcool. Na maioria das vezes, há perda de peso, com redução da massa muscular, alterações de pele e cabelos que sugerem redução do aporte protéico. "Esses efeitos, assim como os demais déficits nutricionais relacionados ao alcoolismo, são mais graves, quanto maiores forem os níveis de ingestão do álcool e pior o padrão alimentar. A orientação nutricional para esses pacientes baseia-se em uma dieta balanceada e não há indicação de suplementos protéicos ou dieta com maiores quantidades de proteínas do que as recomendações normais", explica Ellen Paiva.
Deficiência das vitaminas do Complexo B
(1) Tiamina - sua deficiência é muito comum em alcoolistas e pode causar complicações graves como doença neurológica incapacitante, cardiopatia grave e doença dos nervos periféricos, com formigamentos e dores em queimação, fraqueza das extremidades inferiores e até perda da sensibilidade das pernas. "A tiamina deve ser administrada a todos alcoolistas por várias razões: a sua deficiência é muito comum nesses pacientes, o diagnóstico laboratorial é difícil de ser realizado, a suplementação da vitamina é fácil e segura e, muitas vezes, é preciso reverter a doença neurológica em fase inicial", diz a nutróloga.
(2) Niacina - a carência dessa vitamina é a responsável pelas lesões de pele e de mucosas tão comuns em alcoolistas. A pele sofre pigmentação e descamação das lesões, principalmente nas áreas expostas ao sol. A deficiência de niacina também pode causar quadros de demência. "A abstinência do álcool e uma alimentação equilibrada são suficientes para a recuperação rápida das manifestações dessa deficiência", explica a médica.
(3) Ácido Fólico - a deficiência dessa vitamina só aparece nos casos de alto consumo alcoólico e deficiente ingestão do ácido fólico. "A manifestação mais comum é a anemia e o tratamento é feito através de uma dieta rica nesse nutriente", conta Ellen Paiva.
A deficiência de vitamina A aparentemente é mais acentuada no fígado de alcoolistas crônicos e nesses casos parece não depender da ingestão da mesma. Muitos estudos científicos relacionam esse achado à maior propensão ao câncer de fígado relacionado à cirrose. "Aqui, a terapia nutricional é muito importante, porque apesar da deficiência de vitamina A ser deletéria à saúde do fígado, os suplementos desta vitamina não são tolerados pelo paciente que faz uso de álcool. Este paciente se intoxica com pequenas doses de suplementos de vitamina A. A opção é a administração de alimentos ricos nessa vitamina, como os carotenóides encontrados nas frutas e hortaliças de cor amarelo-alaranjado: cenoura, moranga, abóbora madura, manga e mamão; ou verde escuro: mostarda, couve, agrião e almeirão", diz a médica nutróloga. Outras fontes de vitamina A são fígado, ovos, leite integral e laticínios como manteiga, creme de leite e queijo. Qualquer tentativa de reposição de vitamina A deve ser feita diante da certeza da abstinência alcóólica.
A deficiência de vitamina C é comum em pacientes alcoolistas, com ou sem doença do fígado. Sua suplementação diária pode ser necessária durante semanas ou meses para restaurar os níveis normais da vitamina.
A deficiência de vitamina D no organismo leva a redução dos níveis de cálcio no esqueleto, osteoporose e maior suscetibilidade às fraturas. "Nesses casos, pode ser indicada a exposição ao sol e uma correção nutricional associada à abstinência do álcool", conta Ellen Paiva.
A deficiência de minerais como magnésio e zinco tem sido descrita, em alcoólatras, com manifestações de tremores, no caso do magnésio e cegueira noturna referente à falta de zinco. "A reposição vitamínica normalmente é alcançada através de fontes nutricionais, não sendo necessária a suplementação de nenhum deles, com exceção de casos muito graves, pacientes hospitalizados, quando são oferecidos esses minerais em soluções endovenosas", explica a médica.
De uma maneira geral, a melhor proteção contra os efeitos lesivos do álcool ainda é uma boa nutrição. "Assim, a recomendação geral é a de uma dieta caloricamente adequada e que garanta as recomendações de vitaminas e minerais necessários. Enquanto isso for possível através de uma dieta balanceada, não há motivo para suplementações", diz a diretora do Citen. Mas, à medida em que se agrava a desnutrição e há impossibilidade de se manter uma ingestão adequada de nutrientes, ou, quando se deterioram os mecanismos de absorção dos alimentos, "há necessidade de usarmos suplementos vitamínicos e, algumas vezes, a nutrição enteral ou parenteral", afirma Ellen Paiva.
CONTATO: www.citen.com.br
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Sáb, 26 de Dezembro de 2009 10:32 |
Nutricionista explica que nem sempre ocaminho para emagrecer é a fome
Muitas pessoas na vontade de perder peso fazem dietas, ou fazem coisas sem orientação de um especialista, e é ai que está o grande problema, além de não conseguirem o resultado que queriam podem ter sério problemas de saúde. A nutricionista do Acesso Saúde, Débora Fernanda Basso explica tudo sobre alimentação e o que acontece quando a pessoa não come.
´´Comer menos não emagrece, porque o metabolismo fica mais lento. No começo que a pessoa faz isso pode até acontecer dela conseguir perder alguns quilos, mas pouco tempo depois essa atitude não faz mais efeito´´, explica a especialista.
De acordo com Débora a melhor forma para se manter em forma e fazer 6 refeições ao dia, respeitando um intervalo de 3 horas entre cada uma delas.
´´O ideal é que a pessoa tome um bom café da manhã, depois faça uma refeição intermediaria, respeitando um intervalo de 3 horas, e depois almoce. A tarde tome café, respeite novamente o intrevalo de 3 horas, jante, comendo menos que no almoço e antes consuma algo como uma fruta 3 horas antes de dormir´´, orienta Débora.
A nutricionista ainda explica que as refeições devem sempre ser feitas no mesmo horário. Por exemplo: almoce todos os dias ao meio-dia, para que o organismo se ajuste. Ela ainda fala quais são as dicas para uma boa digestão:
Mastigue bem os alimentos e sem pressa - sempre digo que estômago não tem dente;
Quando estiver comendo não se distraia com outras atividades;
Respeite o intervalo de 3 horas para cada refeição.
Na hora da churrascada, como 2 fatias de abacaxi antes.
Essas pequenas dicas podem fazer a diferença na hora de emagrecer, é o que diz a nutricionista Débora: ´´Não precisa passar fome para emagrecer e ter saúde. Se a pessoa seguir e colocar em prática essas dicas terá bons resultados. Mas para comer bem também deve-se fazer 2 coisas: acrescente sempre em suas refeições alimentos integrais e aumente o consumo de água no intervalo das refeições, mas não durante, pois ajuda na digestão´´.
Para mais orientações com a nutricionista Débora, marque uma consulta, entre no site www.acessosaude.com.br. |
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Sáb, 26 de Dezembro de 2009 10:23 |
Confiança nos genéricos aquece as vendas no ponto de vendas
Os medicamentos genéricos têm conquistado cada vez mais espaço com os consumidores e também com as drogarias do país. Além de serem garantidos por lei com o preço no mínimo 35% mais baratos, os medicamentos genéricos têm melhor margem de lucro para as farmácias. Os genéricos são mais baratos por não necessitar de campanhas de divulgação e também pelo fato de ser um produto que não necessita de grandes investimentos para pesquisa e desenvolvimento.
Para as drogarias o genérico tem sido um forte produto de trabalho, no sentido de obter mais lucros. Para os consumidores a economia pode chegar, na prática, até a 50% em relação ao medicamento de referência, conhecido também por medicamento de marca. "Ainda existe um preconceito do consumidor sobre o genérico. Mas está cada vez mais fácil de trabalhar com ele por conta deste tabu estar caindo. Para nós das drogarias é melhor trocar o medicamento do que indicar um concorrente ou similar, pois existe maior segurança para o cliente. Para nós, o genérico, dá uma maior margem de lucro, já que os descontos por parte das indústrias estão cada vez melhores", explica Rodrigo Freitas diretor comercial das drogarias Eldorado, de Goiânia (GO).
O consumidor economiza comprando genéricos e leva um produto de qualidade também, já que os medicamentos genéricos passam por rigorosos testes de laboratório antes de serem aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e pelo Ministério da Saúde. Após os testes, conhecidos por biodisponibilidade e bioequivalência, e aprovação destas entidades, os genéricos podem ser comercializados. Pelo fato de o genérico gerar economia ao consumidor as vendas tem crescido muito, conforme afirma Rodrigo Freitas "Nossas vendas de genéricos cresceu 35% e isso aumenta nossa margem e melhora nosso movimento. Os consumidores já têm mais segurança com relação ao genérico. Tem gente que pede genérico Teuto e quer aquela marca e isso dá uma garantia ainda maior para trocar o medicamento com maior segurança", complementa Rodrigo.
Para a indústria a venda do medicamento genérico tem crescido e a busca por parte dos consumidores também. "Cresceu muita a procura por genéricos. As pessoas ligam muito perguntando sobre este tipo de medicamento. A maior dúvida, por parte dos consumidores é se o medicamento vai ter o mesmo efeito. Quem já utiliza este tipo de medicamento, busca novos genéricos e também sugerem para nós do Teuto produzir outros produtos na apresentação genéricos", conta Janaina Moscatto farmacêutica responsável pelo Serviço de Atendimento ao Consumidor do Laboratório Teuto, um dos pioneiros na fabricação de genéricos no país.
O medicamento genérico está presente no Brasil desde 1999. Atualmente 90% das doenças podem ser tratadas com este tipo de medicamento. Segundo dados da Anvisa, já existem mais de 2600 apresentações de genéricos registrados no país.
Informações para imprensa: Rogério Artoni - MTB: 45802 SP Assessoria de imprensa do Laboratório Teuto E-mail:
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Sáb, 26 de Dezembro de 2009 10:21 |
Cápsula com micrôcamera são ingeridas por pacientes para detectar lesões no aparelho digestivo
A tecnologia de mísseis da indústria bélica beneficiou área médica
A endoscopia, exame que detecta lesões e doenças do sistema digestivo por meio da inserção de um tubo no esôfago, costuma causar desconforto em alguns pacientes. Esta sensação pode estar com os dias contados graças aos avanços das novas tecnologias. Especialistas brasileiros têm utilizado uma microcâmera que, inserida dentro de uma cápsula semelhante às de remédio, é engolida pelo paciente e passa pelo estomago, esôfago, duodeno, intestino grosso e delgado- este último dificilmente acessado por outros exames.
Enquanto percorre o aparelho digestivo, a câmera registra tudo em imagens fotográficas captadas por sensores que, em seguida são enviadas para um computador e são analisadas pelo endoscopista. "O paciente engole a cápsula e vai trabalhar, sem precisar ficar de repouso como na endoscopia tradicional. Ao final do dia, ele retorna, nós retiramos a microcâmera e analisamos as imagens", explica Carlos Capellanes, presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED).
De acordo com Capellanes, um exame como este custa aproximadamente quatro mil reais e ainda não faz parte do rol de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS), ficando restrito ao serviço de saúde particular. "A SOBED encaminhou um documento com diretrizes para embasar a necessidade de este procedimento entrar na tabela SUS que já esta nas mãos da Associação Médica Brasileira e, esperamos com isso sensibilizar as entidades responsáveis", conclui.
Ricardo Lauricella e Tatiana Almeida |
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Qui, 10 de Dezembro de 2009 17:31 |
Os benefícios da atividade física para a saúde cardiovascular
Exercícios devem ser realizados com moderação e orientação de especialista
A atividade física promove uma série de benefícios à saúde, desde que realizada com moderação e com a devida orientação médica. Os exercícios físicos reduzem os níveis de insulina no sangue e de triglicérides, aumentam o HDL (bom colesterol), melhoram a circulação sanguínea nas pernas, além de ser coadjuvantes no tratamento da insuficiência cardíaca.
"Antes de iniciar a prática de exercício, é importante passar por uma avaliação física completa com exames bioquímicos que verificam a presença de risco cardiovascular. Dependendo do quadro clínico, idade e a existência de agentes desencadeantes para a doença arterial coronariana, o próximo passo é a realização de ecodoppler de estresse ou teste ergométrico", explica dr. Paulo Moreira, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo Regional Marília.
Não existe limite de idade para iniciar a prática de exercícios regulares, de intensidade leve a moderada. Para calcular a intensidade do exercício aeróbio é necessário o uso de fórmulas ou se nortear pelo teste ergométrico. A associação de programa aeróbio leve-moderado com programa de exercícios resistidos com baixa carga, duas ou três vezes por semana, se mostra mais eficaz no controle de fatores de risco metabólico e não são danosos à saúde cardiovascular.
"O indivíduo deve realizar atividades que sejam prazerosas a ponto de manter a prática regular. A caminhada, por exemplo, é uma atividade aeróbia fácil de seguir, dependendo apenas de roupas adequadas e de um bom tênis, mas outras atividades também são bem-vindas", comenta o prof. dr. Paulo Henrique Waib, responsável pelo Centro de Pesquisas em Hipertensão e Metabolismo da Faculdade de Medicina de Marília.
Adultos jovens que praticam exercícios de alto nível ou até profissional; aqueles partir dos 35 anos, especialmente se não havia prática prévia de atividade, com atenção especial após os 60 anos, fazem parte do grupo que precisa de orientação médica prévia.
Portadores de doença coronariana ou cardíaca ou com suspeita destas patologias devem procurar um cardiologista. Em casos que existe histórico de risco cardiovascular, o indivíduo deve fazer uma avaliação clínica anual, no mínimo. Em casos comprovados, além da avaliação inicial pré-atividade, a cada três ou quatro meses podem ser solicitados exames complementares.
Benefícios da alimentação
Comer muitas verduras, legumes, frutas, carnes magras e pequenas porções diárias de arroz com feijão contemplam uma dieta ideal para a saúde cardiovascular. Com nutrientes bem variados e que se complementam, um prato que contenha pelo menos cinco cores, e de acordo com a pirâmide alimentar, é saudável, rico em vitaminas e forma uma refeição completa.
O cálculo da quantidade de calorias diárias necessárias deve se adequar ao gasto calórico com exercícios, à massa corporal atual e àquela que pretende atingir.
Em pacientes hipertensos, por exemplo, a atenção com o sal deve ser redobrada, assim como os portadores de dislipidemias, e devem evitar o consumo de gorduras saturadas e trans, responsável pela gordura abdominal, fator para evolução do diabetes, insuficiência cardíaca, angina e dor no peito.
Acontece Comunicação e Notícias Kelly Silva ou Brunna Soares
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Assessoria de Imprensa Acontece Comunicação e Notícias Brunna Soares ou Chico Damaso
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Qui, 10 de Dezembro de 2009 17:29 |
Alimentação saudável é fundamental para boa realização de provas
Máximo Asinelli
Final de ano é época de vestibular e de concursos importantes. Para se dar bem nessas provas, você provavelmente estudou bastante durante o ano todo. Mas sobrou um tempo pra pensar na sua alimentação? Ela pode ser decisiva para melhorar a memória, a concentração, a oxigenação do cérebro e reduzir a ansiedade.
Carboidratos, proteínas e fibras são muito bem vindos durante todo o período de estudos porque trazem energia, mas sempre prefira alimentos integrais e lights. Divida esses nutrientes em pelo menos cinco pequenas refeições durante o dia. Água é indispensável, então a dica é sempre estudar acompanhado de uma garrafinha.
Uma dica básica é evitar alimentos pesados e gordurosos até 48 horas antes da prova, pela dificuldade de assimilação das toxinas e de digestão. Além disso, o direcionamento do fluxo sanguíneo para o aparelho digestório pode causar sonolência, o que compromete a atenção na prova. Também não arrisque comer em algum lugar desconhecido ou alimentos de procedência duvidosa, que podem causar mal estar e impedir a realização do exame.
Por outro lado, está terminantemente proibido ficar em jejum. Algumas pessoas pensam que assim evitam um possível mal estar, mas, ao contrário, estão se sujeitando à hipoglicemia, o que compromete o bom raciocínio. O ideal é tomar um café da manhã reforçado com leite ou iogurte, pão integral, queijo e frios leves e frutas.
Durante a prova, se possível, leve uma barrinha de chocolate ou de cereais. Além da energia que eles oferecem, eles diminuem a ansiedade e a sensação de fome, que pode gerar desconcentração durante o exame.
Doutor Maximo Asinelli (CRM-Pr 13037) Médico Nutrólogo Site: www.clinicaasinelli.com Blog: http://maximoasinelli.wordpress.com Blog: http://www.bemparana.com.br/maximosaude Email:
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Qui, 10 de Dezembro de 2009 17:26 |
Mitos e verdades sobre a hora do parto
As dúvidas e o medo da dor no momento do nascimento são algumas das preocupações que permeiam os pensamentos das gestantes do terceiro milênio
A mulher contemporânea engravida cada vez mais tarde e, pelo que se observa nos cursos de gestantes, está cada vez mais ansiosa e aflita com a possibilidade de ocorrência de problemas no momento do nascimento do bebê. O parto ainda é um momento cheio de dúvidas e apreensões.
E, não são poucos os temas que povoam o imaginário feminino. Muitas gestantes se dizem apavoradas com as imprevisibilidades do parto vaginal, com a possibilidade de dor insuportável e sofrimento prolongado. Outras temem, principalmente, as complicações da cirurgia, da anestesia e a possibilidade de faltar recursos para socorrê-las a tempo.
O ginecologista e obstetra e diretor de relacionamento do Hospital e Maternidade Santa Joana, dr. Alberto D´Auria, responde algumas das muitas questões sobre a tão esperada hora do parto.
As mulheres sempre sentem dor no parto normal?
Verdade. A dor faz parte do processo de expulsão do bebê. A anestesia tem o momento certo para ser feito, se for feita precocemente, atrapalha o trabalho motor do útero.
Existe uma idade segura para o parto normal? Depois dos 40 anos, por exemplo, só se pode fazer cesariana?
Verdade. A idade ideal é até os 35 anos, após esse período a amplitude da mobilidade da bacia fica reduzida. Além disso, aumenta a chance de haver complicações intrauterinas resultado de distúrbios placentários, a placenta doente recebe menos oxigenação. Sendo assim o mais indicado é a cesariana.
Mulheres com obesidade mórbida só podem fazer cesariana?
Mito. A obesidade mórbida não reduz as chances de parto natural. A via de passagem da bacia e a força do abdômen ficam reduzidas em mulheres obesas, com isso, se o bebê for pequeno há a possibilidade de um parto normal. Mas, normalmente as mulheres com obesidade mórbida fazem cesariana, pois apresentam muitas complicações associadas, aumentando a probabilidade do parto cesariana.
Mulheres soroposivitas para HIV podem fazer parto normal?
Verdade. No entanto, o ideal é fazer uma programação com agendamento de uma cesariana para que possam ser utilizadas drogas retrovirais pré-parto, protegendo o recém-nascido dessa exposição. Além disso, apenas 50% das crianças nascem soropositivos e 50% dessas com o tempo deixam de ter o vírus.
Se o bebê não chorar na hora que nascer é porque tem algum problema de saúde?
Mito. Após o nascimento do bebê ainda na sala de parto, o neonatologista faz uma avaliação do recém nascido, atribuindo-lhe notas que ao final, espelham o estado de saúde do mesmo. Essa nota é chamada de APGAR.
Depois que a mulher realiza uma cesariana, todos os partos futuros têm que ser assim?
Mito. Mulheres com história de uma cesariana anterior podem tentar parto normal. Algumas situações aumentam o risco de ruptura da cicatriz, como mais de uma cesárea anterior e intervalo curto entre os partos (menos de 24 meses).
Mulheres com diabetes gestacional devem fazer cesariana?
Mito. Gestantes bem controladas, sem complicações associadas e feto com prova de bem-estar podem aguardar a evolução espontânea para o parto.
Mulheres com problemas graves de anemia não podem fazer parto normal?
Mito. A média de perda sanguínea no parto vaginal é de meio litro e, em um parto cesárea são 600 ml. Em casos de hemorragias pós-parto é imprescindível a assistência qualificada para evitar danos à mãe, independentemente da via de parto.
Cordão umbilical enrolado no pescoço é sinônimo de indicação para parto cesárea?
Mito. As circulares de cordão frouxo (voltas do cordão umbilical no pescoço do bebê) ocorrem em aproximadamente 30% das gestações, não exigem cesariana. Mais importante que saber se há ou não circulares é acompanhar a evolução do trabalho de parto e avaliar o bem-estar do feto, respeitando a resposta cardíaca fetal. Apenas se a circular comprometer o fluxo sanguíneo do cordão e, consequentemente, ameaçar a adequada oxigenação fetal haverá indicação de cesariana.
Quando há o rompimento da bolsa não se pode esperar muito tempo para realizar o parto por causa do risco de sofrimento fetal? Nesse caso, deve ser feita uma cesariana de emergência?
Mito. Uma ruptura de bolsa abaixo de 35 semanas pode não indicar um parto eminente. A mãe será internada e monitorada com o objetivo de evitar infecção da bolsa e postergar a hora do parto.
Se a dilatação necessária para o parto normal não acontecer em até oito horas de trabalho de parto, deve-se partir para uma cesariana?
Verdade. Após 8 horas de trabalho de parto instalado, a cesárea é indicada.
Peridural e raquianestesia são as únicos tipos de anestesia que podem ser utilizadas na realização de um parto cesariana ou normal?
Verdade. São as únicas que não comprometem a vida da mãe e do bebê. Ambas são aplicadas na região lombar, entre as vértebras da coluna, tirando a sensibilidade da gestante à dor da cintura para baixo sem comprometer a consciência do processo de parto. Já a anestesia geral afeta a mãe e também o bebê, com isso a criança nasce com depressão respiratória.
Informações à imprensa: Ketchum Estratégia Assessoria em Comunicação Claudia Alves/ Gabriela Monteiro/ Andrea Moraes *
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Qui, 10 de Dezembro de 2009 17:24 |
Estudo para o tratamento do câncer de mama com pacientes brasileiras apresenta resultados positivos
Estudos com a terapia-alvo Nexavar® revelam aumento da sobrevida de pacientes com câncer de mama.
No mês em que acontece o Dia Nacional da Luta Contra o Câncer (27 de novembro), a Bayer Schering Pharma anuncia os resultados de um estudo de fase II com a terapia-alvo Nexavar® (tosilato de sorafenibe) para o tratamento do câncer de mama metástico. Os resultados revelaram um aumento de 74% de sobrevida e maior tempo livre de progressão da doença nas pacientes que receberam a terapia-alvo. O estudo também demonstrou a eficácia e a tolerabilidade do medicamento.
Denominado BASELGA o estudo avaliou o uso de Nexavar® em combinação com quimioterapia oral em 229 pacientes, sendo 115 brasileiras. "Os resultados deste estudo representam mais um avanço para o tratamento do câncer de mama, doença que representa a segunda causa de morte por câncer em mulheres no mundo", afirma Dr. Frederico Costa, médico oncologista do Hospital Sírio Libanês. O especialista explica ainda que por ser uma combinação de medicamentos de uso oral e com poucos efeitos colaterais o sorafenibe associado à capecitabina permite uma boa qualidade de vida e um maior controle da doença, associado a adesão ao tratamento.
Sobre Nexavar®
Nexavar® (tosilato sorafenibe) é considerado uma terapia-alvo, pois age diretamente nas células doentes preservando as sadias, o que proporciona ao paciente menos efeitos adversos e mais qualidade de vida. Além disso, o medicamento reduz a multiplicação das células tumorais (ação antiproliferativa) e inibe a formação de vasos sangüíneos que alimentam os tumores, processo chamado angiogênese. Atualmente, o medicamento é aprovado em mais de 70 países para o tratamento do câncer de rim avançado e em mais de 60 países para o tratamento do câncer hepático, inclusive no Brasil.
Informações à imprensa Danúbia Teixeira - (
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) Regina Ielpo - (
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) Cibele Pereira -(
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