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Qua, 24 de Março de 2010 23:43 |
Aids não vê gênero, nem idade
Todo mundo já sabe sobre a necessidade do uso de preservativos para evitar uma gama de doenças sexualmente transmissíveis, principalmente a Aids. Entretanto, dados do Ministério da Saúde mostram que alguma coisa está errada. Nos últimos 10 anos, o número de incidência de casos de infecção pelo vírus HIV entre mulheres com mais de 50 anos, mais que triplicou. Saltou de 454 portadoras em cada 100 mil pessoas, em 1996, para 1.800 infectadas, em 2006.
Em pesquisa do Ministério da Saúde, sobre o comportamento sexual das mulheres, revela que mais de 55% das brasileiras acima dos 50 anos tem vida sexual ativa, mas 72% delas não usam nenhum tipo de preservativo. Há a falsa percepção de que elas e os seus parceiros sejam imunes ao vírus. "É uma atitude que pode vir com a história de vida dessas mulheres. Quando elas começaram a ter relações sexuais, o perigo da Aids ainda não existia, por isso, há uma certa resistência em usar o preservativo. Elas podem achar que isso é coisa só pra jovem, adolescente. O que é um erro gravíssimo", afirma Ângela Carvalho, médica, ginecologista geriátrica e sexóloga.
Um mito, derrubado pela pesquisa, é o que diz que mulheres mais velhas já não têm vida sexual, dentro ou fora do relacionamento . Segundo a sexóloga, vários fatores contribuíram para que esse quadro se revertesse no decorrer da história. Como a mudança para uma cultura mais liberal e a produção de remédios que auxiliam tanto as mulheres quanto os homens a ter o interesse e a capacidade sexual renovados. "O problema é que essas mudanças não vieram acompanhadas da conscientização de que agora é necessário tomar cuidado e se prevenir", explica, referindo-se às pessoas mais velhas.
Um terceiro ponto que pode ter influência nesse cenário também está relacionado com a bagagem cultural que a mulher tem dentro de si. Elas que cresceram em uma sociedade marcada pelo machismo, e, por isso, têm dificuldade em exigir o uso do preservativo, mesmo em relações ocasionais. Dessa forma, a decisão de usar ou não a camisinha acaba sempre nas mãos do homem e devemos lembrar que mulheres com 50 anos ou mais geralmente se relacionam com homens mais velhos e estes apesar de muitas vezes lançarem mão de medicamentos estimulantes da ereção, possuem certo temor de perdê-la, especialmente no momento exato de pararem com as carícias e colocarem o preservativo, esta insegurança faz com que evitem o uso.
Outro aspecto importante é que após a menopausa há diminuição da lubrificação e da elasticidade vaginal, por conta disso, o uso do preservativo poderá ocasionar ardência vulvovaginal durante e após o ato sexual.
Todos os fatores mencionados acima poderão ser facilmente corrigidos, através de orientação adequada, medicamentos e muito diálogo entre a comunidade e os profissionais de saúde. Basta que tenhamos a percepção que sexo e amor não têm idade.
Serviço: Dra. Ângela Carvalho (CRM 11060-PR) Médica, ginecologista geriátrica e sexóloga Email:
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Endereço: Rua Barão de Guaraúna, 648, Juvevê, Curitiba, PR. |
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Qua, 24 de Março de 2010 23:39 |
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Páscoa não pode passar sem chocolate, mas o consumo deve ser moderado

Em véspera da Páscoa é impossível não resistir à tentação de comer chocolate. Há no mercado vários tipos e sabores, chocolate ao leite, branco, com castanha de caju ou passas. Mas o ideal é consumir com cautela, pois o excesso de chocolate pode causar mal a saúde.
O chocolate é um alimento feito essencialmente de cacau, mas contêm também alguns outros ingredientes adicionais, como gordura, cálcio, magnésio, cafeína, vitaminas como a E, B1, B2, B3, B6, B12, cafeína, entre outros. O seu consumo pode agilizar o raciocínio, e até liberar alguns hormônios que dão a sensação de bem-estar, como a endorfina e a serotonina, o que explica a sensação de alívio que pessoas que sofrem de ansiedade encontram no consumo do chocolate.
A ingestão moderada também pode auxiliar no combate aos radicais livres, que provocam o envelhecimento precoce. E ainda possui flavonóides, que são antioxidantes que impedem que o colesterol se acumule nas artérias, auxiliando o bom funcionamento do sistema circulatório.
Mas seu consumo em excesso pode trazer vários danos à saúde, como o ganho de peso, diarréias, e até piorar a saúde cardiovascular. É importante lembrar que o chocolate tem na sua composição altos níveis de açúcar e gorduras, que consumidos em demasia irão prejudicar o organismo.
Ainda há aqueles que têm sensibilidade aos ingredientes do chocolate, esta sensibilidade pode se manifestar de várias formas, desde processos alérgicos leves às enxaquecas e insônias. Neste caso o ideal é diminuir ou até eliminar o consumo da dieta.
Aos que tem intolerância ao glúten ou a lactose, devem redobrar a atenção e ficar de olho nos rótulos. E cuidado especial àqueles chocolates que têm adição de cereais, alguns podem conter glúten. Uma opção para estes casos são os chocolates feitos a base de pó de soja, encontrado em lojas especializadas. E mesmo os diabéticos devem consumir com moderação os chocolates diet, pois são ricos em gorduras e calorias.
Nesta época do ano é essencial redobrar os cuidados com as crianças, como ganham muitos ovos e bombons é importante dosar o consumo diário e dividir os presentes em pequenas quantidades ao longo dos dias. Este cuidado pode evitar diarréias, dores de cabeça, agitação devido à cafeína e também impedir a alteração da dieta. Afinal as crianças necessitam de outros alimentos e nutrientes e não devem deixar de fazer as principais refeições devido ao consumo do chocolate.
Doutor Maximo Asinelli (CRM-Pr 13037) Médico Nutrólogo Site: www.clinicaasinelli.com Blog: http://maximoasinelli.wordpress.com Blog: http://www.bemparana.com.br/maximosaude Email:
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Qua, 24 de Março de 2010 23:37 |
Alimentação x TPM: uma combinação de sucesso
Ansiedade, depressão, alteração no humor (e comportamento), dores nas mamas... humm!! Apresentamos alguns dos sintomas bem conhecido pelas mulheres que as acompanham - pelo menos - uma vez por mês com a famosa tensão pré-menstrual, também conhecida pela sigla TPM.
A TPM severa deve ser tratada com medicamentos. Entretanto, a TPM leve ou moderada pode se beneficiar com alguns cuidados que podem ser adotados na identificação dos sintomas: exercícios físicos simples, como caminhada, arrumar os armários ou até mesmo cuidar do jardim. Além de, claro, uma boa alimentação.
Durante a TPM, é imprescindível que a mulher tenha cuidado com a alimentação. A compulsão pela comida poderá piorar os sintomas, principalmente os físicos por reterem mais água no organismo e, como conseqüência, aumentar o inchaço e a dor.
O nutrólogo Máximo Asinelli ensina alguns cuidados que podem amenizar os sintomas:
- Faça pequenas refeições ao dia, ao invés de três grandes;
- Limite suas calorias em 1200 a 1500. Fuja dos carboidratos, frituras e doces;
- Aumente a ingestão de verduras e frutas que contenham nutrientes importantes para o organismo;
- Beba muita água;
- Reduza a ingestão de sal. Ele faz com que o organismo retenha maior quantidade de líquidos, o que aumenta o inchaço generalizado e as dores;
- Prefira os alimentos que atuam como diuréticos. Aqueles que fazem o corpo eliminar mais água, como: morangos, melancia, alcachofra, aspargo, salsa e agrião;
- Aumente a ingestão de vitamina B. Ela facilita a produção de serotonina (também conhecido como hormônio da felicidade) pelo organismo. Coma germe de trigo, fígado, melão, arroz integral, aveia, ovos, amendoim e nozes.
- Alimentos ricos em cálcio: leite e seus derivados ajudam a diminuir as contrações uterinas e intestinais.
- Alimentos ricos em fibras, como legumes, verduras e pão integral melhoram o intestino e aliviam as cólicas menstruais.
E o mais importante: ame-se. Quem ama, cuida.
Doutor Maximo Asinelli (CRM-Pr 13037) Médico Nutrólogo Site: www.clinicaasinelli.com Blog: http://maximoasinelli.wordpress.com Blog: http://www.bemparana.com.br/maximosaude Email:
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Qua, 24 de Março de 2010 23:24 |
Cansaço e desânimo, quais os motivos?
Cansaço, desânimo e moleza nem sempre são meros sinais que nosso corpo apresenta em virtude de um verão com altas temperaturas. Podem, isso sim, ser alguns dos inúmeros sintomas de uma doença pouco conhecida, chamada fadiga adrenal.
Quando surgem alguns sinais ( os principais estão descritos no quadro abaixo *) , como desânimo logo cedo, irritabilidade, falta de concentração e de capacidade para alinhar idéias, aí sim, já podem ser os primeiros sintomas de um estress forte, ou mesmo de fadiga adrenal, uma doença pouco conhecida e que acomete muito mais as pessoas do sexo masculino.
Sugerimos que seja entrevistado o Dr Wilmar Accursio ( breve currículo abaixo) , uma das maiores autoridades brasileiras sobre o tema, para que esclareça ao seu público por quê não se deve confundir fadiga adrenal com depressão ou estresse profundo e, também, lhes dar informações de como tratá-la.
Para agendar entrevistas ligue para:
Armando : *
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ou Maria Alice: *
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Fadiga Adrenal
Pouco conhecida, com sintomas que se confundem com depressão e fadiga, essa doença acomete principalmente pessoas do sexo masculino. Fadiga adrenal é um estado em que as glândulas supra-renais funcionam no limite inferior da normalidade. Não é, portanto, uma deficiência completa. A falência da adrenal chama-se Doença de Addison, que embora rara, é bem conhecida e fácil de diagnosticar. Já a fadiga adrenal é mais insidiosa, a maioria dos médicos não a conhece ou não pensa nesse diagnóstico e é mais difícil de diagnosticar.
Aparece após períodos de estresse prolongado (físico ou mental) ou após termos insistido em trabalhar até a exaustão, sem períodos de relaxamento.
Os sintomas se confundem com os da depressão ou estafa, mas a presença simultânea de vários deles nos faz pensar nesse diagnóstico. A maioria dos pacientes é do sexo masculino. As principais queixas são:
- fadiga matinal (até 10hs), mas resiste em ir para cama à noite e trabalha melhor a noite. - se não dormir até 23h. tem um novo período de "gás" até 01:00 ou 02:00h. da manhã. - melhor sono é das 7 às 9h. - sente-se melhor após almoçar, piora de novo à tarde e melhora de novo depois das 18 h. - depressão leve e falta de interesse pelas coisas - falta de energia, grande esforço para fazer qualquer coisa - habilidade diminuída para lidar com stress. - necessidade de deitar após estresse físico ou mental - fraqueza muscular e fadiga crônica - maior predisposição a alergias - inchaço de tornozelos - queda de pressão quando se levanta de repente - prisão de ventre ou diarréia sob estresse - muita vontade de comer salgados e gordurosos - queda de açúcar em situações de estresse - TPM pior que antigamente
O diagnóstico é realizado por testes laboratoriais (sangue e urina) e o tratamento feito com aminoácidos, vitaminas, fitoterápicos, as vezes hormônios e mudança de hábitos alimentares e de descanso.
No Brasil , uma das maiores autoridades sobre o tema SÍNDROME DA FADIGA ADRENAL é o presidente da Sociedade Brasileira para Estudo do Envelhecimento, o médico endocrinologista Wilmar Jorge Accursio, da UNIFESP - Escola Paulista de Medicina . Breve currículo e perfil , abaixo
Dr. Wilmar Accursio - Médico endocrinologista e nutrologista, formado pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo. É Diretor do Centro de Estudos de Pós-Graduação da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, Presidente da Sociedade Brasileira para Estudo do Envelhecimento (SOBRAE) e Presidente do IV Congresso Internacional para Estudos do Envelhecimento, realizado em São Paulo, no Maksoud Plaza, em 2007.
Para agendar entrevistas entre em contato com :
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Ter, 23 de Março de 2010 22:30 |
Muitas mulheres sofrem com a incontinência urinária
Orientação de especialista pode curar ou minimizar os sintomas, que jáatinge cerca de 25% da população feminina
A incontinência urinária é algo muito desagradável para a mulher que a apresenta. Mesmo os quadros leves interferem diretamente com as atividades diárias dessas mulheres, de tal maneira que aquelas que sofrem desta moléstia apresentam índices mais baixos de qualidade de vida.
Mesmo assim, muitas não procuram ajuda médica. Por desconhecer a existência de tratamentos modernos, nem sempre cirúrgicos que podem curar ou minimizar muito os sintomas. Ou por não priorizar seus cuidados sobre outras atividades que ocupavam seu tempo. Muitas relatam que a perda urinária faz parte dos problemas que as mulheres têm que aceitar ao se aproximar da velhice.
Por que é a incontinência urinária tão comum?
Segundo Dra. Nara Mattia, ginecologista e mastologista, o problema surge "Devido a fragilidade da musculatura de sustentação dos órgãos pélvicos. O aparelho esfincteriano, mais delgado, e a uretra feminina curta, proporcionam a incontinência urinária na mulher, que é muito freqüente após a menopausa onde todo esse assoalho fica ainda mais frágil pela falta do hormônio feminino".
A constituição física é um fator predisponente importante, porém com o aumento do peso do conteúdo abdominal e uterino, devido à gravidez, são também causas da incontinência urinária futura. Durante a gestação, o aumento do volume abdominal, e a presença da cabeça fetal na pelve podem causar uma pressão maior sobre o diafragma muscular pélvico, levando a uma flacidez.
Todos os casos são iguais ?
. A incontinência urinária de esforço é o tipo mais comum. A perda urinária ocorre durante aumento da pressão abdominal (tosse, espirro, levantar peso, movimento, ou exercício físico).
. Incontinência urinária de urgência. É a incontinência que as mulheres apresentam por meio de uma vontade súbita e urgente de ir ao banheiro, mas não conseguem chegar ao sanitário a tempo de evitar a perda de urina.
. O terceiro tipo é a incontinência mista que associa a incontinência de esforço à incontinência de urgência.
Como saber qual é meu caso?
O mais importante é fazer um diagnóstico correto.
1. História dessa mulher. É preciso conversar com ela para tentar caracterizar se a perda de urina é por esforço ou por urgência. Se a urina escapou, por exemplo, quando fez exercícios, ou em repouso, ou quando estava dormindo em casa.Essas duas situações são bastante diferentes para identificação e tratamento da enfermidade.
2. Exame urodinâmico, que permite determinar a ocorrência de contrações vesicais involuntárias (sem que a bexiga esteja muito cheia, surge o desejo premente de urinar), assim como a perda urinária quando a paciente faz esforço. Nesse exame, a saída de urina é monitorizada por computação. E agora, o que fazer?
Com o diagnóstico correto estabelecido o especialista pode determinar qual melhor tratamento para cada caso.
1-Fisioterapia:menos invasiva e com menor risco para a mulher, não tem efeitos secundários, não impede futuras cirurgias e pode ajudar a curar em 51% dos casos, a função dos músculos do pavimento pélvico e do controle da bexiga.
2-Cirurgia:existem inúmeras técnicas que dependem da indicação de cada caso. As técnicas criam um suporte sub-uretral, para corrigir o ângulo uretrovesical e evitar a perda de urina. Em determinadas situações são necessárias outras abordagens cirúrgicas para corrigir falhas maiores da musculatura pélvica, bem como o reposicionamento do útero, ou do reto, caso estes também estejam comprometidos.
3-Farmacológico:pressupõe o uso de várias drogas que contêm substâncias anticolinérgicas que evitam a contração vesical. Usados para as incontinências de urgência e mistas.
Dra. Nara Mattia CRM 83.867 Médica ginecologista, mastologista com destaque na área de prevenção de câncer de mama, com vasta experiência clinica e cirúrgica na ginecologia endócrina, valorizando a prevenção do câncer como fundamental na qualidade de vida e longevidade de seus pacientes.
Grazia Nicosia - Jornalista Responsável - MTb: 14635 Débora Martins - Assistente de Comunicação Facto Jornalismo Empresarial www.factocomunicacaocom.br |
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Ter, 23 de Março de 2010 22:26 |
Prognatismo mandibular pode ser tratado - na fase infantil - com aparelhos ortopédicos
O prognatismo mandibular é um problema que altera significativamente a harmonia e beleza do rosto, sendo a anomalia dentofacial mais deformante da face. Para visualizar se o problema existe, basta verificar se os incisivos - que são os dentes da frente - da arcada inferior fecham-se à frente dos incisivos superiores. Isso ocorre quando na face da criança a mandíbula (que contém os dentes inferiores) estiver tendo um crescimento inadequado, maior do que a maxila (que contém os dentes superiores).
De acordo com o especialista - e professor de pós-graduação - em ortodonta e ortopedia-facial, Gerson Köhler, existem três formas características de relacionamento dos dentes inferiores (da mandíbula) com os superiores (da maxila). Tecnicamente - e com base apenas na posição dos dentes em si - são chamadas de: Classe I (correta), Classe II (com projeção para a frente dos dentes da maxila, ocorrendo em cerca de 80% dos casos; e a Classe III, quando os dentes da mandíbula estão à frente dos da maxila. A Classe III é a de menor incidência na população, mas é a mais temida e difícil de normalizar, podendo, em casos em que o fator genético é predominante, necessitar de procedimentos cirúrgicos associados com ortodônticos.
"A anomalia dentofacial (má -oclusão dentária) de Classe III (com presença do prognatismo mandibular) pode ter origem essencialmente esquelética, mas, em muitos casos, pode também ser decorrente de questões disfuncionais do sistema mastigatório. De qualquer forma o prognatismo mandibular causa - sempre - uma acentuada e desagradável deformidade facial. Este problema de desfiguramento progressivo do rosto pode, no entanto, ser interceptado durante a fase de crescimento e desenvolvimento craniofacial mediante o uso de aparelhos ortopédicos", explica o professor Köhler.
Segundo o especialista, pelo fato do prognatismo mandibular poder envolver questões osteo-cartilaginosas endocondrais - seja por ação genética e/ou apenas decorrente de uma disfuncionalidade - os aparelhos ortopédicos, que visam restringir o crescimento da mandíbula, devem ser prescritos terapeuticamente em tenra idade na criança, desde que - é óbvio - já haja capacidade de colaboração da mesma. Por isso, a importância de um diagnóstico precoce.
O prognatismo mandibular pode ocorrer - pelo desvio da funcionalidade própria do rosto e - quando a criança respira pela boca, o que exige que ela fique entreaberta, com a língua posicionada inadequadamente na parte de baixo da cavidade bucal. Esse fato pode propulsionar e estimular - repetidamente, durante as 24 horas do dia - a mandíbula a começar a ter um crescimento alterado, para maior do que o normal.
Entretanto, com o tratamento tempestivo e precoce desta anomalia dentofacial, o componente esquelético da mandíbula pode responder muito bem ao uso de aparelhos ortopédico-faciais. Com isso, comprova-se ainda mais a veracidade da importância de toda criança efetuar consultas periódicas - ao estilo daquelas ao médico pediatra - ao ortopedista facial/ortodontista pediátrico para controle do crescimento e desenvolvimento de sua face.
Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 - PR) Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial Site: www.kohlerortofacial.com.br Blog: http://gersonkohler.wordpress.com E-mail:
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Ter, 23 de Março de 2010 22:23 |
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Megadoses de vitaminas e proteínas são alvo de resolução do CFM*
O uso de megadoses de vitaminas, sais, ácidos e proteínas, entre outros procedimentos prescritos pelos seguidores das chamadas práticas ortomolecular e biomolecular, estão na mira do Conselho Federal de Medicina (CFM). Foi publicada na edição desta sexta-feira (5) do Diário Oficial da União, a resolução CFM 1938/2010 que define limites e critérios para a prescrição de fórmulas e terapias deste tipo. O texto, preparado por um grupo de especialistas, atualiza outra resolução (CFM 1500/1998) e confirma a ausência de comprovação científica da eficácia das práticas ortomoleculares.
O coordenador do trabalho, o conselheiro Henrique Batista e Silva, esclarece que o principal objetivo do novo documento foi incorporar o que há de mais avançado em termos científicos à definição dos limites para o diagnóstico e procedimentos terapêuticos da prática. "A tônica da resolução é combater o uso da suplementação sem critérios. Ficamos mais cuidadosos com o que consideramos megadoses, estabelecendo limites de segurança com relação ao emprego de vitaminas e sais minerais", explica.
Os tratamentos propostos pela prática ortomolecular e biomolecular incluem correção nutricional e de hábitos de vida; reposição medicamentosa das deficiências de nutrientes; remoção de minerais como ferro e cobre, quando em excesso; remoção de minerais tóxicos, como chumbo, mercúrio e alumínio; e remoção de agrotóxicos, pesticidas ou aditivos alimentares.
Estudos que foram utilizados no processo de revisão, publicados em importantes revistas científicas internacionais, confirmam o risco do uso indevido de vitaminas e complementos. Entre os prejuízos, estão desde o aumento do risco de câncer até a morte.* *O chefe do Departamento de Geriatria do Hospital Moinhos de Vento e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Emilio Hideyuki Moriguchi, explica que, desde 1994, já havia evidências que sugeriam que o uso não criterioso de vitaminas poderia fazer mal.
"No entanto, agora os indícios são ainda mais fortes. Há estudos clínicos randomizados, com base populacional ampla, que confirmam as evidências de que o uso de megadoses de vitaminas - ou mesmo doses usuais de suplementos vitamínicos implementadas sem critério - pode aumentar o risco de mortes", alertou o professor e geriatra, que também integrou a Câmara Técnica do CFM responsável por rever a resolução.
O motivo da preocupação vem, principalmente, do uso ampliado destes métodos e suplementos pela população, o que deixa um grande número de pessoas expostas aos riscos dos efeitos adversos. Nos Estados Unidos, uma pesquisa da National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES) mostrou que 35% dos participantes reportaram recente uso de suplementos vitamínicos. Moriguchi ressalta que é crescente a divulgação, entre a população, de novos métodos terapêuticos baseados no emprego de substâncias visando o equilíbrio celular, mas que é insuficiente a comprovação científica de algumas dessas propostas, por isso a preocupação do CFM de tratar do tema.
"Essa resolução é de utilidade pública", alertou o conselheiro Henrique Baptista e Silva. Ele acrescenta que o uso destas substâncias pode acontecer, contudo após uma avaliação clínica criteriosa, incluindo a realização de exames, que comprovem a pertinência do emprego dos métodos ortomoleculares. Segundo o coordenador da Câmara Técnica, a população deve estar ciente destes riscos e procurar e outras alternativas, como os hábitos saudáveis de vida, para reforçar o organismo contra doenças.
A nova resolução entra em vigor na data de sua publicação e pode ser conferida na íntegra no site do CFM (*www.cfm.org.br* <http://www.cfm.org.br/>). Os médicos que a descumprirem estão sujeitos às penas disciplinares previstas: advertência confidencial, censura confidencial, censura pública, suspensão do exercício profissional por até 30 dias ou cassação do exercício profissional.
Principais pontos da Resolução CFM 1938/2010:
A identificação de alguma das deficiências ou excessos mencionados só poderá ser atribuída a erro nutricional ou distúrbio da função digestiva, após terem sido investigadas e tratadas as doenças de base concomitantes.
Medidas higiênicas, dietéticas e de estilo de vida não podem ser substituídas por qualquer tratamento medicamentoso, suplementos de vitaminas, de sais minerais, de ácidos graxos de aminoácidos.
São métodos destituídos de comprovação científica (...) e por essa razão, vedado o uso:
1) Para prevenção primária e secundária, doses de vitaminas, proteínas, sais minerais e lipídios, que não respeitem os limites de segurança (...);
2) EDTA (Ácido Etileno Diamino Tetracético) para remoção de metais tóxicos fora do contexto das intoxicações agudas e crônicas;
3) O EDTA e a procaína como terapia antienvelhecimento, anticâncer, antiarteriosclerose ou voltadas para patologias crônicas degenerativas.
4) Análise do tecido capilar fora do contexto do diagnóstico de contaminação e/ou intoxicação por metais tóxicos.
5) Antioxidantes para melhorar o prognóstico de pacientes com doenças agudas, observadas as situações expressas no art. 5º;
6) Antioxidantes que interfiram no mecanismo de ação da quimioterapia e da radioterapia no tratamento de pacientes com câncer; e
7) Quaisquer terapias antienvelhecimento, anticâncer, antiaterosclerose ou voltadas para doenças crônicas degenerativas (...).
Mais informações: Assessoria de Comunicação do Conselho Federal de Medicina
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www.portalmedico.org.br |
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Ter, 23 de Março de 2010 22:21 |
Cólicas podem ser sintoma de endometriose

Considerada como normal pela maioria das mulheres, as dores durante o período menstrual, dependendo da intensidade, devem ser investigadas
As famosas cólicas menstruais atingem um grande número de mulheres, mas muitas vezes as dores chegam a impedir que a mulher siga sua rotina. As chamadas "cólicas incapacitantes" podem ser um grande indício de endometriose. A doença é causada pela presença de tecido do endométrio (tecido que reveste o útero internamente) fora dele, que pode se alocar em diversos órgãos.
Alguns estudos apontam que, em alguns casos, da primeira consulta até o diagnóstico de endometriose pode haver um intervalo de sete anos. É preciso que o médico esteja atento aos sintomas relatados pela paciente e que a mulher não omita nada de seu ginecologista, pois só assim ele terá subsídios para buscar um diagnóstico acertado.
Os exames de imagem, como a ultrassonografia, podem dar indícios da doença, que só é confirmada após a realização de uma videolaparoscopia, quando uma microcâmera é introduzida no abdômen pelo umbigo.
Quando não é diagnosticada, e tratada adequadamente, a endometriose pode causar diversos problemas e até a infertilidade*. Mas também existem casos onde a doença é diagnosticada em outros órgãos, como o intestino, causando seu mau funcionamento e dores e até mesmo na região do apêndice.
*Dr. Armindo Dias Teixeira - O Dr. Armindo é especialista em videolaparoscopia e vídeo-histeroscopia, além de possuir vasto conhecimento em reprodução. Na Santa Casa de São Paulo fez sua graduação em medicina, residência em ginecologia e obstetrícia e estágio em Esterelidade Conjugal e Laparoscopia. Fez estágio em Reprodução Humana e Ultrassonografia na Universidade de Valência, na Espanha. No Instituto Valenciano de Infertilidade (Espanha), fez estágio em Reprodução Humana (Fertilização in Vitro). Possui estágio em Cirurgia Laparoscópica na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Atualmente trabalha com reprodução humana na Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher.
Sobre a Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher
A Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher é comandada pelo ginecologista e feminólogo Dr. Eliezer Berenstein. Ele reuniu oito profissionais de saúde que atuam buscando a qualidade de vida feminina por meio do exercício da feminologia clínica. Essa nova técnica é aplicada por meio de uma equipe multi e trans disciplinar com bases na filosofia feminológica.
Os profissionais da clínica têm como objetivos a busca pela saúde integral da mulher (física, emocional e existencial) e o desenvolvimento de novas tecnologias de abordagem clínica. Para isso, é necessária uma atuação criativa que vai além dos conceitos e práticas aprendidos formalmente nas faculdades, mas desenvolvidos por uma abordagem sistêmica da vida.
Fonte| Dr. Armindo Dias Teixeira - www.tpm.com.br
Atendimento e Texto| Diego Bonel -
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Coordenadora de Operação | Kika Souza -
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Direção| Erika Digon -
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Ter, 23 de Março de 2010 22:16 |
Conselho regional de nutricionistas 3ª região
Dá dicas aos consumidores de como se previnir ao consumir frutas e legumes no período de chuvas
População deve lavar bem os alimentos e higienizá-los em solução de hipoclorito
São Paulo - fevereiro de 2010 - O Conselho Regional de Nutricionistas (CRN3) - 3ª Região (São Paulo e Mato Grosso do Sul) orienta os consumidores a comprarem frutas e legumes com cascas mais resistentes em épocas de chuvas. As cascas protegem os alimentos e facilitam a higienização para o consumo posterior.
Os consumidores também devem ficar atentos a higienização. Para as frutas consumidas com casca: lavar bem em água corrente, colocar em uma solução de hipoclorito, enxaguar em água corrente. Para as frutas consumidas descascadas: lavar em água corrente, secar e colocar na geladeira. Em época de enchentes é mais prudente consumir frutas descascadas.
O CRN3 elaborou um calendário anual com as safras das frutas, verduras, legumes e pescados.
Segue a relação dos alimentos que estão na safra, neste mês de fevereiro:
Frutas: abacate, ameixa, carambola, coco-verde, figo, fruta-do-conde, goiaba, jaca, laranja-pera, maça, pêra, pêssego, seriguela, uva.
Legumes: abóbora, gengibre, milho-verde, pepino, pimentão, quiabo e tomate.
Verduras: escarola, hortelã e repolho.
Pescados: badejo, cambeva, camorim, cascudo, chora-chora, manjuba, meca, merluza, mexilhão, traíra.

Atenção, jornalistas - Estamos à disposição para agendar entrevistas com as nutricionistas.
Sobre o concelho
O Conselho Regional de Nutricionistas (CRN) - 3ª Região foi criado em 09 de junho de 1980 e abrange os Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A entidade tem como missão fiscalizar e orientar os profissionais da área, em nutrição e dietética, objetivando proteger a saúde da população.
A Dra. Olga Maria Silverio Amancio é a presidente do Conselho. A sede da entidade está situada na cidade de São Paulo, à av. Brigadeiro Faria Lima, 1.461 - 3º Andar, Torre Sul, Jardim Paulistano.
O Conselho tem delegacias nas cidades de Bauru, Campinas, Campo Grande, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto e São José dos Campos.
Conselho Regional de Nutricionistas/3ª Região/(São Paulo e Mato Grosso do Sul)
http://www.crn3.org.br/home.php
Assessoria de Imprensa: Ricardo Viveiros - Oficina de Comunicação
Jornalista Responsável: Rosângela Bezerra -
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Assistente: Cinthia Almeida -
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Cinthia Silva Estagiária Ricardo Viveiros & Associados - Oficina de Comunicação Site: www.viveiros.com.br Editoria: www.biografiaempresarial.com.br Twitter: www.twitter.com/RVComunicacao |
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Ter, 23 de Março de 2010 22:13 |
Casos em que o bebê precisa usar lentes de contato
A indicação mais comum para uso de lentes de contato em crianças é a afacia - falta do cristalino no olho devido a extração do cristalino por catarata congênita ou trauma - geralmente monocular. Além da afacia, o uso de lentes de contato por crianças incluem os casos de alta miopia bilateral, geralmente secundária à retinopatia da prematuridade, ou casos de síndrome de Marfan, com subluxação de lente.
"Também são receitadas lentes de contato de oclusão para tratamento de ambliopia (olho preguiçoso), quando o procedimento convencional não traz os resultados esperados. Há também situações em que lentes de contato vermelhas podem ajudar a aliviar a fotofobia em crianças com distrofias de cone, ao mesmo tempo, em que melhoram sua visão", explica o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.
Lentes após a cirurgia de catarata
Quando a lente natural do olho é removida devido à catarata congênita, é preciso adaptar as lentes de contato rapidamente. Este é um procedimento urgente, feito logo após a cirurgia de catarata - geralmente realizada na terceira ou quarta semana de vida.
Já a adaptação das lentes se estende até aproximadamente a décima semana de pós-operatório. "É necessário reforçar a importância da correção de lentes de contato junto aos pais e familiares, pois sem essa correção óptica, a visão do bebê não se desenvolverá normalmente. A extração da catarata é apenas o primeiro passo para a reabilitação desta criança. O uso de lentes de contato e a oclusão são tão importantes quanto a cirurgia, por isto, a adesão dos pais a esse processo é absolutamente necessária", explica a oftalmopediatra Maria José Carrari, que também integra o corpo clínico do IMO.
Segundo a médica, além dos pais, é importante que os responsáveis pela criança - a avó ou a babá - também sejam orientados. "Todos os que tomam conta do bebê devem estar presentes nas consultas oftalmológicas, aprendendo a inserir, a remover e a cuidar das lentes de contato da criança", aconselha Maria José Carrari.
Acompanhamento do tratamento
Consultas de acompanhamento são fundamentais para monitorar todos os aspectos do uso de lentes de contato com ajustes de grau periódicos. "Fazer o ajuste gradual, em bebês pequenos, pode ser muito difícil, mas o uso de um ceratômetro manual com uma lâmpada de fenda portátil simplifica o exame. Essas ferramentas permitem boas leituras, sem a necessidade de anestesiar a criança", explica a oftalmopediatra do IMO.
Quando a criança já consegue se comportar, o oftalmologista pode obter uma topografia corneana, com a criança sentada no seu colo, usando um rápido sistema de topografia. A captura da imagem é feita em segundos e opera rastreando o eixo visual do paciente. Segundo Maria José Carrari, a lente padrão usada para crianças é a lente pediátrica.
Quanto ao tempo de uso, "começamos com os bebês dormindo com as lentes por algumas semanas e depois passamos a retirá-las a cada quinze dias. Quando eles estiverem se levantando e andando, passamos a removê-las todos os dias", explica a oftalmopediatra.
Contato: www.imo.com.br
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Informações: Márcia Wirth MW Consultoria de Comunicação-Saúde Tel: 11 93943597/37913597
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