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Ter, 22 de Junho de 2010 10:52 |
Diferente do que o senso comum qualifica, o medo de dirigir não se trata de "frescura"; é sim, uma doença conhecida como amaxofobia. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS, 2002), 6% dos condutores habilitados no Brasil têm medo de dirigir, independentemente da condição cultural. A psicóloga Salete Coelho Martins (CRP 08/4667), especialista em psicologia do trânsito, trata do assunto desde 2006 e explica o perfil dos seus clientes. "São pessoas perfeccionistas, sensíveis a críticas, que preferem planejar do que se aventurar. São exigentes, não gostam de atrapalhar os outros no trânsito, e por isso não dirigem". Márcia Krayevski, construtora de obras, de 38 anos, é apenas mais uma na estatística de pessoas que sabe dirigir, têm carro na garagem, mas ficam em pânico diante do volante. "Eu tenho carteira há 10 anos e não conseguia dirigir, não sabia explicar o porquê. Eu me achava um ‘ET', não conseguia raciocinar, suava frio, meus lábios amorteciam, tinha dor de cabeça, um horror. No início, achei que era normal e que passaria logo, mas não passou. Quando descobri que era uma fobia e que muita gente sofre disso, resolvi enfrentar o problema e procurei ajuda especializada", diz Márcia. Apesar de as pessoas que sentem medo de dirigir acreditarem que o problema é individual e de difícil cura, já existem hoje alternativas para solucioná-lo. A psicóloga Salete, fundadora da Clínica Escola Psicotran, vem tratando de casos como o de Márcia por meio de uma metodologia exclusiva e com base na abordagem da terapia cognitivocomportamental, que propõe um processo de mudança de pensamentos e comportamentos dos pacientes. O tratamento conta com duas etapas: a do consultório e a prática no veículo, na qual a terapeuta acompanha o paciente no trânsito, atendendo às necessidades de cada caso. "É respeitado o limite de cada um de enfrentar as barreiras, até que, juntos, possamos comemorar as conquistas alcançadas no dia. O objetivo principal é aumentar a autoestima, devolver a autonomia e a confiança para que o paciente possa não apenas dirigir seu veículo, mas também sua vida", assegura Salete. Márcia comemora, ao final de dois meses de tratamento: "Ganhei alta. Hoje tenho autonomia. A sensação é de vitória e libertação. Antes, o carro me dominava; hoje eu o domino. Não preciso de mais ninguém e recuperei minha capacidade de ir e vir, minhas escolhas não são mais condicionadas. Tenho uma vida normal e livre". |
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Ter, 22 de Junho de 2010 10:37 |
Viver sem nenhuma preocupação é impossível; portanto, é importante saber conviver com problemas sem deixar que afetem a saúde
Chega a Curitiba uma instituição que obteve sucesso em outras grandes capitais brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro, ao ensinar as melhores formas de conviver com o estresse: o CPCS - Centro Psicológico de Controle do Stress, que traz uma abordagem interdisciplinar cujo objetivo é prevenir, avaliar e tratar as repercussões negativas psicológicas e físicas do estresse. "Nossa equipe é formada por psicóloga e psiquiatra, mas, dependendo de cada caso, pode ser necessária a intervenção de nutricionistas, clínico geral, endocrinologistas e outros profissionais", informa o médico psiquiatra Dr. Salmo Zugman, coordenador do CPCS em Curitiba. Segundo ele, o método é pioneiro na América Latina e, em 20 anos, aproximadamente 15.000 pessoas foram tratadas, individualmente ou em grupos, inclusive em empresas. A psicóloga e membro da equipe do centro, Dra. Michelle Jakobi, explica que o tratamento é baseado em princípios cognitivos e visa à mudança no estilo de vida, com ênfase na melhoria da qualidade: "É um treino de habilidades para se lidar com o estresse, como exercícios de relaxamento, exercícios físicos e alimentação correta, canalizando a tensão diária para fins positivos", diz. Ensina ainda o reconhecimento dos sintomas do estresse excessivo, detectando eventos inter-nos e externos que o desencadeiam. De acordo com a psicóloga, até certo ponto o estresse pode ser benéfico, mas, quando ultrapassa o ponto de tolerância individual, pode trazer queda de produtividade e prejuízos à saúde.
Comumente, as manifestações do estresse - nem sempre percebidas de início - se associam a diversas doenças, principal-mente as do coração, como o infarto e pressão alta, e úlceras gástricas, obesidade, doenças respiratórias, imunológicas e diversos problemas de pele. Além é claro, da maioria dos transtornos mentais: ansiedade, depressão, insônia, disfunções sexuais, fome compulsiva, abuso de álcool, entre outros. |
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Ter, 22 de Junho de 2010 10:26 |
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Técnicas permitem que pacientes usem procedimenmenos invasivos e saiam antes da cama
Cirurgiões já podem abordar com segurança e precisão quase todas as partes do corpo humano, utilizando bisturis ultrassônicos e sistemas de vídeo de alta definição. É a cirurgia minimamente invasiva, ou CMI, por meio da qual os cirurgiões podem fazer incisões bem pequenas ou não cortar quase nada para atingir qualquer parte do corpo. As técnicas que, há 20 anos, eram chamadas de revolucionárias, agora são consideradas comuns. "No Brasil, já utilizamos a cirurgia minimamente invasiva de rotina e, em Curitiba, equipamentos de última geração que, aliados a um treinamento adequado, nos permitem operar com grande precisão", declara o cirurgião Marcelo Loureiro, médico com especialização em cirurgia laparoscópica. Segundo ele, operar com grandes cortes não mais se justifica na maioria dos procedimentos. Assim, as CMI, as cirurgias "dos furinhos", também chamadas cirurgias "por vídeo", muito menos agressivas ao corpo humano, são indispensáveis no arsenal terapêutico dos médicos cirurgiões. Recuperação rápida e melhoresresultados estéticos O grande beneficiado com a cirurgia minimamente invasiva é o paciente, pois as incisões na pele e músculos são muito pequenas, a dor no período pós-operatório é menor, o risco de sangramentos é reduzido, os resultados estéticos são melhores e a recuperação é muito mais rápida. Estas características estão muito melhor adaptadas aos anseios da sociedade atual do que o que se costumava praticar como cirurgia. A CMI não mais concorre com a cirurgia convencional, porque já provou que é mais eficaz. Por isso, somente exceções têm indicação para cirurgias abertas, como transplantes e cirurgias de urgência em traumas e em alguns casos de câncer. Mesmo as especialidades mais difíceis de serem adaptadas a essas técnicas estão, gradativamente, cedendo ao apelo da sociedade e do mercado médico. É o caso das cirurgias cardíacas e das neurocirurgias. "Se hoje o paciente procura quem sabe fazer ‘por vídeo', os que não sabem procuram aprender". Constata o corpo docente do IJP (Instituto Jacques Perissat), que há cinco anos vem ensinando jovens e experientes cirurgiões de todo o país a praticar com metodologia adequada a cirurgia minimamente invasiva. "Em nosso instituto, procuramos passar aos alunos a filosofia da CMI, que é a da mínima invasão para o máximo de resultados" comenta o Dr. Antonio Moris Cury Filho, especialista em CMI e professor do Instituto. Revendo conceitos A tendência em cirurgia para os próximos anos é maior precisão e menores cortes. Em alguns casos, até sem cortes, pois estão em desenvolvimento técnicas ainda menos invasivas, como a cirurgia por orifícios naturais. A minilaparoscopia e as cirurgias por acesso único são variantes da CMI e, pouco a pouco, vêm demonstrando suas vantagens. Um dos objetivos do IPJ é colocar à disposição, tanto para o aprendizado quanto para a comunidade estas novas tecnologias, tão logo elas se tornem seguras e aplicáveis. É o caso, por exemplo, da minilaparoscopia, em que se utilizam instrumentais muito mais finos que os materiais de laparoscopia convencional. Os "furinhos" nem precisam ser fechados, o que permite excelentes resultados estéticos. Este método inovador pode ser utilizado para casos selecionados de hérnia inguinal, cirurgia do suor excessivo, cirurgia de hérnia de hiato e cirurgia para cálculos em vesícula, entre outras. O futuro próximo deve também trazer acesso universal a essas inovações tecnológicas, pois, com o tempo, os custos dos equipamentos serão reduzidos, e o que é para poucos passará a ser para todos. Nos hospitais do SUS, as cirurgias "por vídeo" já são realizadas, embora não necessariamente com os mesmos refinamentos técnicos dos locais privados. Como em todas as especialidades, pacientes que buscam excelência na prática dessas novas tecnologias devem procurar profissionais com treinamento adequado. A equipe do instituto é integrada pelos médicos especialistas Antonio Moris Cury Filho, Marcelo Loureiro, Eduardo Bonin, Christiano Claus, Carolina Gomes Gonçalves e Daniellson Dimbarre, que atuam juntos, dentro de uma mesma clínica. O Instituto Jacques Perissat já se consagrou como um centro de excelência, sendo uma das melhores escolas de especialização em Cirurgia Minimamente Invasiva da América Latina, tendo como grande parceira a Universidade Positivo, onde o curso é ministrado. |
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Ter, 22 de Junho de 2010 10:19 |
Vida Leve - refeições light congeladas Percebendo que as pessoas precisam estar bem consigo e com sua saúde, a Vida Leve desenvolveu seus produtos investindo muito em pesquisa e tecnologia. O resultado, constantemente aprimorado, é um cardápio de pratos que permanecem com sabor mesmo após o processo de congelamento e descongelamento. São mais de 100 opções de refeições congeladas, entre aves, carnes, peixes, massas, sopas, pizzas integrais e sobremesas, todas com muito sabor e poucas calorias: o ideal em alimentação saudável. As refeições podem ser em porções individuais ou kits semanais para cinco ou sete dias, incluindo sempre almoço e jantar. Podem ser compostas por uma mescla de pratos, sopas e pizzas, possibilitando um cardápio mais variado. Juntamente com os kits, os clientes recebem um cardápio, elaborado por nutricionistas, de 1000, 1200 ou 1500 Kcal (pré-definidas pelo cliente), sem nenhum custo adicional. São sugestões para as demais refeições do dia, facilitando o controle da quantidade calórica a ser ingerida. Vida Leve, Elaine Cristina Schopping Imbiriba. A técnica evita também a formação de cristais de gelo entre a embalagem e a comida, o que é comum em congelamentos convencionais. "Já consumia as refeições individuais desde 2007 e agora passei a utilizar os pratos com porções para a família, que são muito saborosos, variados e bem servidos para três pessoas (cada embalagem)", conta a advogada e produtora cultural Dalcia Pierobon Lessnau, de 56 anos. "Antes de conhecer os produtos da Vida Leve, me alimentava muito mal, comia muito sanduíche, pois tenho uma vida atribulada. Agora, tenho a praticidade de contar com refeições prontas, balanceadas e muito saudáveis, que posso oferecer a toda a família". Linha Infantil - 100% natural
Completando a Linha Família, a Vida Leve oferece uma linha infantil sem corantes e sem conservantes, conforme a faixa etária da criança. Nos alimentos da Fase 1, encontram-se as refei-ções mais cremosas para bebês; na Fase 2, os alimentos cremosos com pedacinhos e, na Fase 3, pratinhos prontos atendendo a crianças já familiari-zadas com a mastigação. Tudo ela-borado com a mais rigorosa higienização e controle. Todas as refeições da Vida Leve são elaboradas com ingredientes pouco calóricos e sal light, o que permite ao consumidor uma refeição com a metade de sódio de outras refeições em geral, atendendo também às necessidade de hipertensos e gestantes. Os pratos levam temperos naturais, como sálvia, tomilho, manjericão, orégano, entre outras ervas, sendo indicados ainda para pessoas diabéticas, pois são balanceados, contendo a quantidade ideal de carboidratos, o que favorece quem deseja ou precisa perder peso. Com quantidade ideal de carboidratos, verduras, hortaliças e proteínas, equilibra da por nutricionistas, os pratos saciam a fome, desde que sejam respeitadas as seis refeições diárias. O tempo médio de descongelamento no micro-ondas é de cinco a seis minutos (oito para sopas e três para pizzas), lembrando que as potências e temperaturas dos micro-ondas podem sofrer variações, ou cinco minutos em forno elétrico/convencional pré-aquecido. Inaugurando a terceira loja em Curitiba, a Vida Leve mantém uma produção atual de 500 refeições/dia, e está consolidando seu sucesso com o lançamento de sua primeira franquia. |
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