Revista Corpore
Dom, 01 de Agosto de 2010
Terapias Alternativas
Tratando varizes sem medo Imprimir
Seg, 21 de Junho de 2010 17:01
A flebologia, área da medicina que estuda as doenças das veias, se desenvolveu muito na última década, com a adição de novos 12-varises1conceitos e tratamentos. É o que informa o cirurgião geral Dr. Augusto Sampaio, da AngioClin - Vein Center: "O avanço da ecografia em cores dos vasos possibilitou a melhor compreensão das doenças e novos tratamentos, como o endolaser nas safenas e espuma assistida por ecografia nos vasos que não podem ser operados".

De acordo com o cirurgião, atualmente é possível tratar grande parte dos problemas das veias com anestesia local com recuperação relativamente rápida, em procedimentos minimamente invasivos. "Estão também disponíveis medicamentos mais seguros para tratamento e prevenção de trombose", acrescenta. "Algumas veias antiestéticas das mãos podem ser corretamente estudadas com a ecografia colorida e amenizadas com o endolaser, microcirurgia ou esclerose com espuma". E, para o tratamento clínico, o médico conta que há no mercado meias elásticas medicinais mais confortáveis e bonitas.

12-varises2A técnica

Segundo o Dr. Sampaio, o laser pode ser indicado para o tratamento de algumas varizes visíveis e salientes, vasos de pequeno calibre, safenas e até úlceras. O paciente é submetido, entre outros, ao exame de mapeamento de varizes (ecodoppler). "No caso da veia safena, sob anestesia local e pequena punção na pele, é inserido uma fina fibra óptica que dispara o laser em todo o segmento afetado. O procedimento é monitorado por ecografia para controle e segurança". Leva de 30 a 45 minutos, não requer internamento e o paciente é liberado imediatamente. "O tratamento pode ser feito até em pessoas de mais idade e portadores de complicações como
diabetes, desde que façam um minucioso pré-operatório", destaca o cirurgião. Segundo o Dr. Sampaio, "mostrar resultados e trocar conhecimentos em congressos especializados na área de flebologia é importante para afirmar as novas técnicas como opções adicionais aos tradicionais tratamentos para as varizes, em que cada médico, baseado em sua experiência, irá indicar o tratamento mais adequado, pois todos os métodos possuem limitações".

 
Chega de culpa: consumo moderado de chocolate faz bem à saúde Imprimir
Seg, 21 de Junho de 2010 16:36

09-alimentacao1Apesar das discussões em torno de suas propriedades, o chocolate se tornou um alimento popular no mundo inteiro. Oito entre dez admiradores de guloseimas e sobremesas são apaixonados por essa "doce tentação". E se você é daqueles que não consegue controlar o impulso, mas depois fica com sentimento de culpa, pode relaxar. Comer chocolate faz bem à saúde, desde que o consumo seja moderado, por ser um alimento rico em lipídios e de alto teor calórico. O chocolate produz sensações de prazer e bem-estar. É um alimento rico em carboidratos e excelente fonte de energia que contribui para transformar o colesterol ruim em HDL (colesterol bom).

O cacau, além de boa fonte de ferro, contém flavonoides, que ajudam a combater a oxidação da circulação sanguínea, melhorando a saúde das artérias e do coração. Além disso, a teobromina e a tiramina, também presentes no alimento, são responsáveis por estimular os neurônios. "A preocupação com a saúde deve ser constante e o bom-senso deve prevalecer sempre. Pelo fato de o chocolate ser muito calórico, tem que haver uma preocupação com a queima do excedente de energia, para que não seja depositado no organismo em forma de gordura", alerta o médico Maximo Asinelli. "O hábito de consumir o chocolate amargo é muito bom, pois preserva as qualidades e elimina o açúcar", completa o Dr. Asinelli. Também de forma efetiva, o consumo de chocolate ajuda na redução dos sintomas da síndrome de tensão pré-menstrual, e libera endorfinas que podem estimular o apetite sexual e causar sensações de bem-estar, além de ser um alimento rico em vitaminas, minerais, magnésio e ácido oleico. Mesmo classificado como um alimento
altamente calórico, o chocolate não é o vilão das dietas, desde que ingerido de forma moderada. O chocolate que faz mal à saúde
é aquele que, em vez de manteiga de cacau, tem gordura vegetal hidrogenada. Nos rótulos das embalagens pode ser encontrada
a composição de cada produto.

Opções para quem não acha que chocolate é tudo igual

09-alimentacao2Dizer que chocolate é tudo igual é negar que, além de uma imensa variedade de sabores, há também aqueles que são de melhor qualidade. Para os chocólatras de plantão, provar essa variedade é a desculpa perfeita para se deliciar com essa iguaria dos deuses.
Há oito décadas, a Kopenhagen seduz o paladar dos brasileiros. Sinônimo de sofisticação no segmento de 09-alimentacao4chocolates finos artesanais, a grife está presente em praticamente todo o território nacional, somando 260 lojas. Possui hoje mais de 300 itens em linha, alguns deles top of mind nos seus segmentos, como Nhá Benta, Língua de Gato, Lajotinha, Chumbinho e Cherry Brandy. Difícil é decidir
entre as irresistíveis opções.

 
Despertando a paixão Imprimir
Seg, 21 de Junho de 2010 16:04
Corsets confeccionados no mais alto padrão de qualidade e tecnologia trazem para as mulheres mais sensualidade, novos contornos e ainda reduzem medidas
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Valorizar! Esta é a palavra encontrada pela Modelle para definir seus produtos, que encantam, seduzem, modelam e valorizam os contornos femininos e aguçam os desejos masculinos.
A novidade agora é o toque de sedução e sensualidade que a marca está atrelando à sua linha de modeladores, corsets e cintas. "São peças delicadas, sensuais e exclusivas, que valorizam as formas da mulher em fendas, transparências, rendas, laços, bordados, babados e cores. Nós estamos não só elevando a autoestima, como resgatando o romantismo", destaca Claudioneia Dada de Oliveira, idealizadora e proprietária da Modelle Modeladores.
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Diferenciais da marca

Todos os produtos da Modelle são confeccionados em tecido fabricado com alta tecnologia, que modela a silhueta confortavelmente, valorizando os seios com bojos estruturados e evidenciando a cintura. Os acabamentos, são delicados e não interferem no conforto. “Além de peças de sedução, os corsets, confeccionados em diversas padronagens, podem ser usados com calças, saias, vestidos, camisas ou mesmo sob blazers, para evidenciar o colo com detalhes que enfeitam o visual e dão um toque de sensualidade à mulher em ocasiões especiais", diz Claudioneia. Enfermeira, ela desenvolveu os produtos Modelle a partir das queixas de pacientes que não encontravam cintas modeladoras que atendessem às suas necessidades e satisfizessem seu bom gosto.

Depois de 20 anos trabalhando com médicos e cirurgiões plásticos, ela resolveu desenvolver cintas para cuidados com a saúde e modeladores que não causassem desconforto, mas fossem bonitos, e proporcionassem redução de medidas. Assim, há três anos Claudioneia cria peças de lingerie e vestuário com a finalidade de deixar a mulher mais sedutora e elegante, projetadas para diminuir medidas, modelar a silhueta e corrigir a postura, proporcionando bem-estar estético e ortopédico. “Todos os produtos da nossa coleção, desde corsets, bodys, combinações e até tops, calcinhas e sutiãs, têm como característica o conforto, a praticidade e a segurança, que são os três pilares de produção da marca", acentua a criadora. Toda a linha Modelle, que inclui cintas modeladoras personalizadas (pós-cirúrgica, gestante, pós-parto, ortopédica, oncológica, estética), tem modelagem exclusiva e é adaptada para reduzir medidas de forma natural, o que eleva a autoestima e a qualidade de vida de suas usuárias. Os produtos chamaram a atenção em outros países e a empresa já está exportando. "Além de espaço em todo o território brasileiro, estamos ganhando destaque principalmente em Portugal, Espanha e países do Mercosul, graças à tecnologia, design e qualidade dos nossos produtos, que proporcionam à mulher muita beleza e sensualidade", conclui Claudioneia.

Por Lúcia Costa

 
Pacientes com câncer de tireoide têm opção de tratamento em Curitiba Imprimir
Seg, 21 de Junho de 2010 15:53
Quanta Diagnóstico Nuclear oferece radioiodoterapia, essencial para evitar o reaparecimento da doença

06-radioiodoterapiaA Medicina Nuclear tem um papel fundamental no tratamento do câncer de tireoide que, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), pode ser considerado o mais comum da região da cabeça e pescoço. A radioiodoterapia (terapia com iodo radioativo) é uma importante arma para a recuperação da saúde.

"A radioiodoterapia facilita o acompanhamento do paciente e complementa o tratamento, ajudando a evitar o reaparecimento da doença e eventuais metástases do câncer de tireoide", explica o médico nuclear e radiologista da Quanta Diagnóstico Nuclear, Dr. Juliano Cerci. "É preciso esclarecer a população a respeito de alguns tipos de câncer. O da tireoide pode ser curado com esse tipo de tratamento", afirma o diretor da Quanta Diagnóstico Nuclear, o cardiologista e médico nuclear João Vítola.

Um dos tratamentos oferecidos pela clínica é a aplicação de doses terapêuticas de iodo 131, também conhecido como radioiodoterapia. A terapia é realizada por meio da ingestão de iodo radioativo, que atua diretamente nas células da glândula tireoide. O tempo de internamento do paciente varia conforme a dose indicada, sendo normalmente de cerca de 24 horas. O paciente recebe uma dose única da substância por via oral. "Essa terapia é muito importante para os pacientes indicados, pois elimina as células de tecido tireoideano do organismo", comenta Dr. Carlos Cunha, médico nuclear da Quanta Diagnóstico Nuclear. "Por mais hábil que seja o cirurgião, é muito difícil retirar todas as células, pois são microscópicas", completa Dr. Carlos.

Segundo o Dr. Juliano, mais de 50% da população pode apresentar nódulos (caroços) na tireoide, mas apenas 10% deles são câncer. Embora o câncer de tireoide possa provocar rouquidão ou dificuldades para engolir alimentos e respirar, esses sintomas não são comuns. Muitas vezes, o paciente nem apresenta sintoma. O diagnóstico pode ser realizado em um exame clínico ou por exame de ecografia. "Os nódulos suspeitos de câncer devem ser submetidos à punção por agulha fina para obter uma amostra das células", esclarece Dr. Juliano.

Diagnóstico e tratamento do câncer de tireoide

O empresário M.N.N.*, 57 anos, descobriu um nódulo maligno no final de 2009, depois de quase um ano do aparecimento do primeiro sintoma. Em novembro de 2008, M. ficou com a voz rouca de um dia para o outro, e embora realizasse tratamento para hipotireoidismo há 14 anos, acreditou que a falta de voz fosse um problema simples e nem imaginou que poderia ter alguma relação
com sua tireoide. "Como sempre falei muito alto, acreditei que poderia ser só um problema de garganta. Consultei um otorrinolaringologista e fui orientado a fazer fonoterapia", conta.

Depois de algumas sessões, M. percebeu que a sua voz não voltava ao normal. Como o trabalho ocupava a maior parte do seu tempo, acabou não dando muita atenção para o problema. "Sempre me preocupei mais com o trabalho do que com a saúde. E, durante esse tempo, ainda tive uma depressão profunda, que me afastou, inclusive, do emprego", lembra. "Somente quando fiquei um pouco melhor, acabei procurando outro otorrinolaringologista para tentar descobrir por que minha voz não melhorava".

Em julho de 2009, ao procurar outro especialista, precisou fazer uma tomografia e uma ecografia para investigar problemas na tireoide. Os resultados dos exames detectaram um nódulo. Hoje, graças aos avanços da tecnologia,4 podemos detectar o câncer. Mesmo com os problemas que tive, sem essa tecnologia nunca poderíamos descobrir a minha doença", ressalta M. N.

A cirurgia para a retirada do tumor na tireoide foi realizada em novembro do ano passado. "O tumor possuía cerca de cinco centímetros e, por causa disso, não foi possível salvar uma das cordas vocais", observa o empresário, que hoje possui a voz um pouco rouca e mais baixa. Após o procedimento cirúrgico, ele foi orientado a realizar a radioiodoterapia para eliminar qualquer célula de câncer que possa ter permanecido no organismo.

O tratamento foi realizado na Quanta Diagnóstico Nuclear, na Unidade Almirante. "A clínica foi indicada para fazer a terapia, mas eles não possuíam cobertura do meu plano de saúde", lembra. "Entretanto, como achei a infraestrutura excelente e fui muito bem recebido e orientado pelos médicos, decidi fazer a radioiodoterapia lá, mesmo assim. A equipe da Quanta me ajudou muito", lembra. "Estamos procurando estabelecer novos convênios para auxiliar os pacientes", conta o gerente administrativo da Quanta Diagnóstico Nuclear, Ademar Ferreira.

A radioiodoterapia foi realizada em dezembro, pouco tempo depois da cirurgia. "Antes da terapia, precisei fazer uma dieta pobre em iodo durante quinze dias. Após a ingestão da cápsula, ingeri muita água para eliminar o iodo pela urina", expõe. M. ficou internado por 36 horas para que a radiação do seu corpo voltasse aos níveis normais. "Fui muito bem tratado por todos,
além da clínica ser muito bem preparada", avalia.

Um dia de cada vez

Com a radioiodoterapia, as chances de reaparecimento do câncer são pequenas. "No caso de M., a dose administrada se concentrou no tecido remanescente de forma significativa, e, a partir de agora, ele deverá ser acompanhado por um endocrinologista que solicitará exames para monitorar os níveis hormonais e detectar a presença de células tireoideanas no organismo", explica Dr. Carlos Cunha.

Para M. N., ficou uma lição. "Embora não existam comprovações médicas ou científicas, acredito que o estresse ajudou no surgimento de minha doença. Aprendi a ser mais tranquilo", declara. Afastado do trabalho desde o início do tratamento, quando questionado sobre o futuro, diz não fazer planos. "Já trabalhei bastante e não sei quando ou se voltarei. Nós nos preocupamos tanto com o amanhã e com o que poderíamos ter feito, que esquecemos do hoje. Por exemplo, se não tivesse me preocupado com trabalho, talvez minha doença tivesse sido diagnosticada mais cedo ou eu poderia não ter perdido uma corda vocal. Hoje, vivo um dia de cada vez", diz.

 
Bem longe Imprimir
Seg, 21 de Junho de 2010 15:48
no presente e viver com saúde no futuro

Entendendo a Bolsa de Valores: um termômetro econômico

A Bolsa de Valores é um reflexo da economia real, ou seja, um termômetro da economia do mundo. Se existem perspectivas de que os índices da economia vão subir, os investidores compram ações na Bolsa; se a economia demonstra tendência de queda, as vendas 05-bem-longe-03na Bolsa caem. Segundo Rossano Oltramari, analista chefe da XP Investimentos, esse sobe e desce não diminui as oportunidades de investimento do mercado.

A crise econômica mundial, originada em 2008 no sistema imobiliário dos Estados Unidos, afetou o mundo todo. Todas as economias sofreram e o Brasil, mesmo sendo o último país a entrar na crise, enfrentou alguns percalços.

Em 2009, a economia mundial começou a mostrar sinais de recuperação porque muitos governos se desdobraram em esforços para que suas economias voltassem a crescer, baixando taxas de juros ou injetando recursos no sistema financeiro. A recuperação mais expressiva aconteceu durante o segundo semestre de 2009, em que as economias dos países emergentes começaram a reagir e, assim, os investidores voltaram a confiar no mercado de ações que havia perdido parte de seu brilho durante a crise.

Qualquer pessoa pode investir na Bolsa ?

O agente autônomo de investimentos e professor da XP Educação, Roberto Scherloski, afirma que, ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, onde cerca de 60% da população investe na Bolsa de Valores, grande parcela dos brasileiros desconhece o mercado de ações e, por isso, investe pouco nele, com medo de perder dinheiro: "Um receio desnecessário para aqueles que têm informação". De acordo com o especialista, a desinformação é a grande barreira e, por causa disso, muita gente está deixando de ver seu patrimônio aumentar em longo prazo. Como em qualquer investimento, para os iniciantes recomenda-se instrução: "É preciso conhecer o histórico das empresas e as estratégias de operação para saber se vale a pena ou não comprar suas ações", orienta o consultor do grupo XP.

O início

05-bem-longe-02A XP Educação foi criada em 2002, quando foram profissionalizados os cursos e palestras ministrados na corretora XP sobre o mercado acionário. O modelo educacional da empresa passou a crescer independentemente dos cenários econômicos do país e do mundo: "Quando começamos, queríamos apenas atender a alguns amigos que já eram investidores e operavam em outras corretoras, mas, com o tempo, percebemos que havia uma grande oportunidade no segmento", conta Guilherme Benchimol, diretor geral da XP Investimentos e fundador do grupo. Ele ressalta que, desde a fundação, a empresa acreditava que o mercado brasileiro tinha necessidade de um forte investimento em educação financeira. Com o objetivo de desmistificar o mercado de renda variável e formar investidores qualificados, capazes de entender o funcionamento do mercado de capitais, a XP Educação tem, hoje, o maior programa de educação financeira do país, tendo formado mais de 150 mil alunos em seus cursos de extensão. A XP está presente nas principais capitais brasileiras e seus cursos englobam desde assuntos básicos até temas avançados, beneficiando tanto investidores iniciantes quanto os mais qualificados.

Segundo Benchimol, a busca do equilíbrio exato entre teoria e prática é valor fundamental para os professores da empresa, que sempre
procuram aprimorar a base conceitual dos alunos e fornecer ferramentas práticas do cotidiano do mercado.

Todos os professores da XP Educação são profissionais atuantes no segmento e possuem formação acadêmica completa, tornando os conteúdos aplicados em sala de aula dinâmicos e adequados à prática de quem quer investir no mercado de ações. "Afinal, a XP acredita que quem tem conhecimento cuida melhor dos seus investimentos", conclui Benchimol.

 
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