Revista Corpore
Dom, 01 de Agosto de 2010
Terapias Alternativas
Pesquisa comprova que adolescente com acne é visto como tímido e solitário Imprimir
Ter, 27 de Julho de 2010 17:18

Resultados mostram o quanto a doença influencia na percepção desse jovem

No início da adolescência, o jovem tem contato com uma série de descobertas e dúvidas, é quando ele se percebe menos criança, mas ainda não um adulto. Nessa época, os hormônios estão em ebulição, provocando uma série de mudanças no corpo, algumas delas indesejadas, como a acne, que acomete 80% dos adolescentes. Alguns jovens até encaram o problema com naturalidade, mas outros, retraem-se e mudam de comportamento, deixando de viver o lado divertido de ser adolescente. E como as pessoas se sentem em relação a eles?

Com base nessa questão, a psiquiatra Dra. Eva Ritvo, coautora do livro "The Beauty Precription", sucesso de vendas em todo os Estados Unidos, desenvolveu, em parceria com American Acne & Rosacea Society (AARS) um estudo sobre a percepção que a sociedade tem dos adolescentes com acne. Com a aplicação de uma metodologia apresentando imagens de jovens de diferentes etnias, com e sem acne, para os pesquisados, os resultados mostram o quanto a doença pode influenciar na percepção e formação da imagem desse indivíduo.

Segundo o levantamento, os adolescentes com acne têm maior probabilidade de serem percebidos como tímidos (39% vs 27%), nerds (31% vs 17%), solitários (23% vs 13% ) e tem menos chances de serem vistos como líderes (29% vs 49%).

Já os adolescentes sem acne são mais comumente percebidos como autoconfiantes (42% vs 25%), felizes (50% vs 35%), divertidos (40% vs 28%) e inteligentes (44% vs 38%), em comparação a adolescentes com acne.

A pesquisa também descobriu que os adolescentes não são os únicos que formam uma primeira impressão com base na acne. Segundo o levantamento, os adultos americanos acreditam que mais de metade (56%) dos adolescentes com acne estão suscetíveis de serem vítimas de constrangimento, em comparação com 29% dos adolescentes sem acne.

Além disso, quando se trata de encontros, os adultos concluem que em um fim de semana comum, adolescentes com acne são mais propensos a permanecer em casa com seus pais do que sair para um encontro, em comparação com adolescentes com pele saudável (58% vs 36%).

"Os resultados desta pesquisa mostram que a acne tem um papel fundamental na forma como a sociedade constitui uma primeira impressão dos adolescentes com base na aparência. O estigma da acne não deve ser esquecido - os pais podem ajudar a diminuir o seu impacto emocional e social nos adolescentes conversando com o médico sobre o tratamento", explica a Dra. Ritvo, que também atua como vice-presidente e professora associada do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Miller, da Universidade de Miami, EUA.

"Enquanto há fatores incontroláveis que podem afetar a confiança de um adolescente, felizmente, a acne é uma das coisas que os pais podem facilmente fazer algo a respeito", complementa.

Lançamento revolucionário
A Galderma - companhia farmacêutica exclusivamente dermatológica, criada a partir de uma joint-venture entre Nestlé e L'Oréal - investe cerca de 20% de seu lucro em pesquisas e desenvolvimento de linhas de produtos para o cuidado da pele.

Neste mês, a empresa lança no Brasil o Epiduo, a terapia tópica mais completa do mercado para o combate à acne. Epiduo é o único medicamento combinado que não faz uso de antibiótico em sua fórmula, evitando assim a resistência bacteriana tão comum em tratamentos com outros tópicos combinados. "Quando o antibiótico é usado por um período prolongado, a bactéria causadora da acne pode se tornar resistente e acabar dificultando ainda mais o tratamento", explica Dra Alessandra Nogueira, dermatologista e gerente médica da Galderma.

Com uma combinação exclusiva de retinóide e peróxido de benzoíla, Epiduo normaliza a multiplicação celular da pele, evitando a obstrução dos poros e a formação de cravos e espinhas. Além disso, o medicamento combate a bactéria causadora da acne e reduz a inflamação causada pelo problema. Por se tratar da combinação de dois princípios ativos em um único produto, Epiduo facilita o tratamento e garante maior aderência do paciente.

Sobre a Galderma:
Galderma é uma companhia farmacêutica exclusivamente dermatológica, criada a partir de uma joint-venture entre Nestlé e L'Oréal, em 1981. Presente em 65 países, é líder mundial no segmento e, no Brasil desde 1995, já conquistou o segundo lugar no ranking nacional da dermatologia. Especializada em pesquisa, desenvolvimento e comercialização de soluções terapêuticas, corretivas e estéticas para doenças de pele, unhas e cabelos, a Galderma possui centros dedicados à inovação em dermatologia em Sophia Antipolis (sudeste da França), Princetown (New Jersey, EUA) e Tóquio (Japão), além das fábricas localizadas na França, Canadá e em Hortolândia, interior do estado de São Paulo. Para mais informações, visite www.galderma.com.br

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Informações para imprensa:

Fundamento Comunicação Empresarial
Valéria Masson - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
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Mãos limpas e perfumadas a toda hora! Imprimir
Ter, 27 de Julho de 2010 17:09

Chega ao Brasil novo líquido anti-séptico em spray, inédito, que oferece praticidade total


Deixar as mãos limpas nunca foi tão fácil, mesmo em locais onde não há água corrente. Chega ao Brasil, pela iniciativa do grupo Promex, o spray líquido Hand Free que vem em prática embalagem, compacta, leve e pequena.

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www.handfree.com.br
Lilica Cesar de Mattos - Assessoria de Imprensa
Av. Rebouças, nº 353, Conj. 82, CEP 05401-000, São Paulo,
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Médico em casa Imprimir
Ter, 27 de Julho de 2010 17:06

Atendimento domiciliar pode acelerar a reintegração do indivíduo à sociedade

Pacientes que precisam de fisioterapia apresentam melhoras em menor espaço de tempo quando tratados em seu ambiente natural de convívio, acelerando a reintegração social

Transformar a casa e demais ambientes que fazem parte da rotina dos pacientes - com seus degraus, pisos escorregadios e móveis não necessariamente dispostos da melhor forma e com formatos ergonômicos equivocados - em um espaço para realizar a fisioterapia. Essa é a proposta dos profissionais que optam pelo atendimento em domicílio. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece que esse tipo de assistência respeite sempre o compromisso de promover, restaurar e manter o conforto e saúde das pessoas, podendo ser preventivo ou reabilitador. A fisioterapeuta Cristina Ribeiro ressalta que a resposta das pessoas atendidas em suas casas é positiva, muitas vezes, apresentando melhoras em menor tempo do que previsto. No caso dos pacientes com idade avançada o tratamento domiciliar é mais eficiente porque possibilita prepará-los para os obstáculos que enfrentam rotineiramente.

Cristina, fisioterapeuta especialista em gerontologia, explica que o tratamento do idoso envolve alguns estágios, além da habilidade que o profissional precisa ter para se relacionar bem com o cuidador e os familiares, uma vez que fará o atendimento no ambiente familiar, local onde ocorrem as primeiras interações do indivíduo. Quanto aos estágios dos atendimentos, o primeiro é o "tratamento" da debilidade em si - seja o fortalecimento dos músculos ou a recuperação de um movimento, por exemplo. Vencida essa etapa, é preciso reintegrar esse idoso à sociedade, preparando-o para saber se portar com segurança e independência, iniciando no próprio domicílio. Digamos que uma senhora sofreu uma queda e por meses faz fisioterapia para reabilitar um movimento. "Solucionada essa situação, é preciso prepará-la para transitar naquela área com segurança e confiança novamente, assim como nos demais ambientes que convive. Essa orientação demanda conhecimento da realidade, possibilitado pelo atendimento domiciliar", explica Cristina.

Outro ponto positivo da fisioterapia em domicílio é o sentimento de familiaridade. O idoso fica mais confiante quando as atividades são realizadas em um ambiente em que está acostumado e se sente protegido e integrado. A proximidade e participação da família no processo de recuperação, acompanhando os exercícios e as evoluções do tratamento, pode ser um reforço psicológico que colabora para o bem estar do paciente. A fisioterapeuta gerontóloga Cristina Ribeiro, defende que "aliar condição psicológica favorável (apoio da família) e tratamento com ambientação no cenário real desses idosos resulta em excelentes resultados. Os pacientes respondem mais rápido aos tratamentos e de modo mais colaborativo do que quando fazem em clínicas", conta.

Ética - O profissional de fisioterapia que atua em domicílio pode tratar e reabilitar pacientes com diversas patologias - desde distúrbios neurológicos (AVE, paralisias, Doença de Parkinson e Doença de Alzheimer), ortopédicos (fraturas, entorses e contusões) e até respiratórios (asma e bronquite). Embora distante das entidades físicas de saúde, as normas do Código de Ética regulamentadas no COFFITO devem ser seguidas à risca também no atendimento domiciliar, em especial a recomendação de que está atuando no ambiente do paciente e deve respeitar sua intimidade ao máximo.

Reintegração social - Até o início do século XX, os profissionais de saúde prestavam atendimento domiciliar, especialmente por conta dos recursos terapêuticos limitados. Com o passar do tempo, foram se tornando menos usuais e, apenas nos últimos anos, voltaram a ganhar espaço novamente, para atender a uma nova demanda da população, o atendimento personalizado e contextualizado. "Certa vez atendi um paciente que tinha sofrido um AVC e por conta disto, ficou acamado, o que dificultava a família levá-lo a uma clínica de fisioterapia. Iniciei o tratamento em domicilio e, aos poucos, fomos evoluindo até ele ter confiança para sair de casa", conta a fisioterapeuta Cristina. Em alguns casos, o atendimento em domicílio é a primeira etapa do tratamento e é fundamental para o processo de reabilitação, pois através dele o paciente vai aumentando a confiança em realizar suas atividades diárias e recupera a autoestima para, posteriormente, continuar o tratamento em uma clínica onde existem aparelhos específicos para determinados exercícios. "O atendimento em domicílio é a primeira fase de reintegração do paciente com a família e com a sociedade", finaliza a fisioterapeuta Cristina Ribeiro.

Daniele Rodrigues
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Memória Imprimir
Ter, 27 de Julho de 2010 17:03

Sonhar pode ajudar na aprendizagem e melhorar a memória

Estudo esclarece qual o papel desempenhado especificamente pelo sonho na fixação da memória. Resultados serão apresentados na 62ª Reunião Anual da SBPC.

Sonhar um pouco sobre as matérias que estão estudando para prestar uma prova importante na escola pode ajudar os estudantes a terem um bom desempenho no teste. Mas se não sonharem nada ou muito sobre o que estão aprendendo nas noites que antecedem o exame, o resultado pode ser exatamente o inverso e provocar o temido "branco" ou "apagão" da memória. É a conclusão a que estão chegando os pesquisadores do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS) por meio de experiências inusitadas.


Em 2007, os neurocientistas do Instituto dirigido pelo cientista brasileiro Miguel Nicolelis iniciaram uma pesquisa com 22 apreciadores do popular e controverso videogame "Doom", em que o jogador é transformado em um fuzileiro espacial e precisa exterminar criaturas bizarras, como monstros e zumbis. Durante a experiência, os pesquisadores observaram que os jogadores que não sonharam ou sonharam muito com o jogo nas noites que passaram no laboratório do IINN-ELS, ligados a um aparelho de eletroencefalograma, foram mal no jogo. Já as que sonharam um pouco sobre ele apresentaram um desempenho melhor.


"Observamos que houve uma relação direta entre os sonhos e a performance dos jogadores", afirma o neurocientista e chefe de laboratório do IINN-ELS, Sidarta Ribeiro. "À medida que sonhavam com o jogo, eles jogavam melhor. Mas se sonhavam muito com ele e ultrapassavam um determinado limite de sonho jogavam mal", diz. O especialista abordará esse assunto em uma conferência que fará na 62ª Reunião Anual da SBPC - evento que a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) realizará de 25 a 30 de julho em Natal (RN).


De acordo com Ribeiro, o estudo, que está quase pronto para publicação, não demonstra categoricamente que o sonho melhora a aprendizagem. Mas sugere que ambos estão fortemente relacionados e ajuda a elucidar o papel desempenhado especificamente pelo sonho no processo de sono-aprendizagem. Até hoje o que se sabia é que o sono pode ajudar na aprendizagem e melhorar a memória, e que a maioria das pessoas sonha durante a fase do sono leve, ou REM, que é a melhor para recordação de memórias e é caracterizada pelo rápido movimento dos olhos.


"A ideia que estamos trabalhando é que o sonho é um processamento da memória", revela. "Se nós prestarmos atenção no nosso dia-a-dia, quando temos um nível de estresse baixo e sonhamos moderadamente, retemos mais memória. Mas se ficamos muito estressados e não sonharmos, o resultado é exatamente o oposto", compara.


Sonhos violentos - O especialista explica que escolheram um jogo tão violento como o "Doom" para realizar a pesquisa porque os próprios sonhos têm um contexto violento e guardam uma relação antropológica com os nossos ancestrais mais longínquos que, ao acordarem, tinham que matar ou morrer. "Nós não podíamos pegar uma situação da vida de um sujeito comum de hoje para realizar a pesquisa", conta Ribeiro. "Tentamos replicar uma situação de risco de predação vivida pelos nossos ancestrais para expor os participantes da pesquisa a uma situação de estresse".


Em outro experimento que será realizado no IINN-ELS, os participantes serão divididos em dois grupos em outro jogo de videogame, em que primeiro representará a caça e o segundo o caçador. Os pesquisadores esperam que haja uma divergência nos sonhos e no desempenho dos participantes de acordo com o papel exercido por eles no jogo. A suposição é que os "predadores" se estressarão menos e, consequentemente, reterão mais memória e jogarão melhor do que os "caçados".


Serviço: A palestra do neurocientista Sidarta Ribeiro será realizada no dia 25 de julho, às 10h00, durante a 62ª Reunião Anual da SBPC, no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O evento, cujo tema é "Ciências do mar: herança para o futuro", contará com centenas de atividades, entre conferências, simpósios, mesas-redondas, grupos de trabalho, encontros e sessões especiais, além de apresentação de trabalhos científicos e minicursos. Veja a programação em www.sbpcnet.org.br/natal/home/


Atendimento à imprensa
Acadêmica Agência de Comunicação
Carlos Freiras
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Crianças Imprimir
Ter, 27 de Julho de 2010 17:00

Saúde vem do berço!

Como os cuidados com a higiene bucal ainda na primeira fase de vida do bebê podem proporcionar dentes saudáveis e bonitos

Quando pensamos em higiene bucal logo associamos a questão aos adultos, adolescentes e crianças maiores. Nem lembramos dos bebês. Isso mesmo. Eles também merecem atenção especial neste quesito. Quem fala mais sobre o assunto é a Dra. Fátima Caldeira, diretora-clínica do SPA Dental, localizado no bairro do Tatuapé, em São Paulo.

A especialista afirma que é ainda na barriga da mãe que os dentes dos bebês começam a ser formados. "A partir da 6ª semana os dentes de leite começam a se formar e os dentes permanentes a partir do 5º mês de vida intra-uterina", diz. "É nesta fase que a gestante precisa suprir seu organismo de grande quantidade de cálcio, vitamina D, fósforo e flúor. Neste período também devem ser evitados antibióticos à base de tetraciclina capazes de causar alterações nos dentes permanentes, como manchas acinzentadas no esmalte", conclui.

Outro cuidado que a gestante deve ter é em relação à ingestão de flúor. Essa ação deve ser sempre orientada pelo seu médico ou dentista, pois o excesso da substância pode levar a uma fluorose, caracterizado pela presença de manchas brancas ou acastanhado nos dentes, além de deixá-los quebradiços e porosos.

A amamentação natural não faz somente bem para a saúde física e mental do bebê. Ela também é importante para a saúde dos dentes. Segundo a Dra. Fátima, esse hábito favorece o desenvolvimento adequado dos músculos faciais, estimula a respiração nasal e o correto posicionamento da língua durante a deglutição, o vedamento labial, e ainda promove o correto desenvolvimento da cavidade oral, impedindo o estabelecimento da má oclusão, evitando o uso de aparelhos ortodônticos no futuro.

Quando o bebê começar a ingerir outros alimentos, além do leite materno, é importante cuidar da higiene bucal. Para isso, é necessário fazer a limpeza da gengiva com uma gaze umedecida em água enrolada no dedo da mãe.

Após o aparecimento do primeiro dentinho, por volta do seis meses de vida, faz-se necessário uma higienização com escovas tipo dedeiras, feitas de silicone, que facilitam a escovação destes primeiros dentes pela mãe. Neste período, também se torna necessário à visita regular ao odontopediatra.

A escovação após a ingestão de alimentos é fundamental, principalmente se a criança tiver o hábito de mamadeiras noturnas, que, sempre que possível, devem ser evitadas.
Existem no mercado vários tipos de escova, divididos por faixas etárias, o importante é a escolha da pasta dental: até os sete anos de idade, período de formação da dentição definitiva, deve-se usar pastas sem flúor, pois a ingestão destas pastas pode levar a uma fluorose.

Receita para promover uma saúde bucal do seu bebe:

· Ter uma boa alimentação durante a gestação;
· Não ingerir antibióticos ou vitaminas com flúor sem orientação medica durante a gestação;
· Amamentar seu bebê de forma natural até os seis meses de idade;
· Evitar mamadeiras contendo líquido açucarado;
· Eliminar as mamadeiras noturnas;
· Não utilizar chupetas adoçadas em mel, açúcar, etc.
· Cuidar da higiene bucal do bebe, mesmo quando ainda não existem dentes;
· Utilizar dentifrícios próprios para a idade, evitando pastas com flúor até os sete anos de idade;
· Visitar o dentista regularmente.


Dra. Fátima Caldeira
www.spadental.com.br

KNOW HOW COMUNICAÇÃO
Erisson Rosati / Carlos Rodan
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